29.1.08

o primeiro Versos da Meia-Noite de 2008!

inDica quentíssima: o primeiro Versos da Meia-Noite de 2008! Vale à pena conferir o flyer em anexo que, além de dar desconto, ficou lindo! Estaremos lá, nesta quarta (30/01) na Fosfobox. A Folia Poética acontece entre 11h da noite e 1 da manhã. Depois abre a pista. É cair na folia e bailar poesia!

Por falar em poesia, os poetas estiveram presentes de corpo e alma no Fórum Social Mundial, aterro do flamengo, sábado chuvoso. Confira (nos links) os melhores momentos registrados pela câmera discreta de Luiz Prôa ('o' Alma de Poeta):

Rio com Vida e Poesia I

http://www.youtube.com/watch?v=kCNDk2WSF2s

Rio com Vida e Poesia II
http://www.youtube.com/watch?v=SMZiCnFK-hc


Poetabraços,

Clauky Saba



VERSOS DA MEIA-NOITE
FOLIA POÉTICA

PERFORMANCES / PROJEÇÕES / DJS / SHOWS / E MUITA POESIA


"PURPURINA É UM ÁCIDO QUE DURA VÁRIOS DIAS"
CHACAL


SOLTANDO A FANTASIA E VESTINDO A POESIA:

SABASAUERS ( MOVIMENTO INVERSO)
ADRIANA MONTEIRO DE BARROS ( PIANOS INVISÍVEIS )
RATOS DIVERSOS
PALAVRA ROUPA A CENA ( DUDU PERERÊ&IVNY MATOS
GLAD AZEVEDO ( VOZ&VIOLÃO)
EDU PLANCHÊ
BAYARD TONELLI
THEREZA CHRISTINA ROCQUE DA MOTTA
BIA PROVASI / JUJU HOLLANDA / MONICA GIANINNI
ERICSSON PIRES

ENGOLINDO CONFETE E CUSPINDO SERPENTINA:
GEAN QUEIROZ

RIO / 30 JAN / QUARTA / 23HS
FOSFOBOX BAR CLUB
RUA SIQUEIRA CAMPOS 143 LJ 22ª
ATÉ 00H R$10 / APÓS OOH R$ 15 / COM FLYER R$ 10

versosdameianoite@hotmail.com

Clauky Saba (produção cultural)
http://arteemtodaparte.blogspot.com
http://movimentoinverso.blogspot.com

Prêmios Literários / Concursos Literários

Inscreva aqui o seu concurso.
Não divulgamos concursos de editoras que cobram qualquer tipo de pagamento por parte dos participantes.

Até Fevereiro

III Concurso de Poesia e II de Conto da UEA - até dia 2

Prémio Literário Francisco de Freitas Branco - até dia 29

Até Março

Chamada de artigos para a revista Escritos nº 2 - até dia 15

Concurso de Redação para Professores - até dia 15

6° Prêmio Adeptus de Literatura (Prosa) - até dia 19

Premio Literário Cidade do Funchal - até dia 31

Até Abril

13º Concurso FNLIJ/Petrobras - até dia 30

7º Concurso FNLIJ Leia Comigo 2008 - até dia 30

Concurso Literário Professor Horácio Pacheco - até dia 30

Até Maio

III Prêmios Literários Cidade de Manaus - até dia 15

Versos & Acordes foi o primeiro a divulgar o concurso de Manaus!!

Até Dezembro

Concurso Literário Interativo - até dia 10

IV Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus (Poesia) - até dia 31


Visite nossa página de Concursos para verificar as atualizações.

Inscrições se encerram em 10/02/2008

II Premio Zélia Gattai Amado de Projetos de Leitura

Tem início no próximo dia 2 de dezembro, encerrando-se em 10 de fevereiro de 2008, o período de inscrições para o II Premio Zélia Gattai Amado de Projetos de Leitura. O concurso acontece no âmbito do o II Encontro Nacional de Leitura e Literatura Infanto-juvenil, promovido pelo Centro de Estudos da Leitura da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, que em 2008 será entre os dias 1 a 4 de maio. A proposta do encontro é contemplar trabalhos que tratem da Leitura nas diversas áreas de conhecimento.

Oficinas Língua Portuguesa (fevereiro/2008)

Fevereiro 2008:

Revisão de textos com João Jonas

Redação Criativa com Luiz Costa Pereira Junior

Produção de contos e crônicas com Gabriel Perissé

Interpretação e análise da música popular brasileira com João Jonas

Março 2008:

FORMAÇÃO INICIAL DE ESCRITORES com Gabriel Perissé

REDAÇÃO CORPORATIVA com João Jonas

TEXTOS NO MUNDO CONTEMPORÂNEO: Compreensão e Interpretação com ANA GONZALEZ

PLANEJAMENTO DE TEXTOS com Aldo Bizzocchi

ESTRATÉGIAS ARGUMENTATIVAS: o uso das figuras de retórica com Renata Palumbo


Como se inscrever e informações: clique aqui.

28.1.08

Boletim Janeiro/2008

Bom dia, Amigos

Com atraso, chega finalmente o Boletim de janeiro/2008 Versos & Acordes, com algumas novidades saídas do forno.

Temos recebido alguns e-mails com pedidos para divulgação de eventos. Versos & Acordes sente imenso prazer em receber os informativos culturais. Alguns são impossíveis de darmos a devida atenção por virem com as informações em imagens que ultrapassam os 100 kb. Fiquem atentos, tá? Nada de imagens pesadas senão não poderemos divulgar o seu evento.

Bem-vindos!

Sylvia Regina Marin, da cidade do Rio de Janeiro, é a mais nova autora publicada pelo Versos & Acordes. Vamos conhecê-la? Acesse a página da Sylvia.

Últimos títulos publicados

TUA ALMA, PURO AMOR (Milamarian), Cordel do Aquecimento Global (Gustavo Dourado), O AMOR FICOU EM NÓS e PASSAMOS A INCOMODAR O INSENSÍVEL!!! (Lydia Gomes), O dom (Rivkah Cohen), A ARTE DE AMAR e De crianças e flores (Sylvia Regina Marin), ACORDA (Naldo Velho), Inexata flor! e O sonho negro (Samuel da Costa)

Parabéns

Gustavo Dourado pelo enredo "Eles tão metendo a mão", escolhido pelo Pacotão para o Carnaval 2008.

Concursos

13º Concurso FNLIJ/Petrobras - até 30/04

7º Concurso FNLIJ Leia Comigo 2008 - até 30/04

Premio Literário Cidade do Funchal - Inscrições até 31/03

Música

3º Concurso Nacional Petrobras Jovens Cameristas - inscrições vão até 30/05/08

Agenda Musical

Novidades em nosso site e blogues

Feijoada com Chorinho e Seresta

13º Concurso FNLIJ/Petrobras - até 30/04

7º Concurso FNLIJ Leia Comigo 2008 - até 30/04

Chamada de artigos para a Revista Escritos nº 2 - até 15/03

Agenda dos Blocos Carnavalescos do RJ 2008

Tisakisu: Tradição e Novas Tecnologias da Memória

Edital da Lei Municipal de Incentivo à Cultura 2008

CBL coordenará projeto que pretende internacionalizar o mercado editorial brasileiro

Edição Roda Mundo 2008

11ª Mostra de Cinema de Tiradentes anuncia os filmes premiados

A Câmara Brasileira do Livro apóia a 3ª Feira Nacional do Livro de Poços de Caldas.

Rua do Arvoredo – A mesma rua, um novo crime.

Oficina de Contação de Histórias - Promovida pela Biblioteca Popular "Machado de Assis" de Botafogo

Tempo de férias é uma ótima oportunidade para colocar a leitura em dia: 330 sugestões de boa leitura.

Oficinas de Literatura: Janeiro/08

Férias, hora de pôr em dia a leitura (E-books)

FUNARTE - Dá pra acreditar?

Premio Literário Cidade do Funchal - Inscrições até 31/03


Cultura Geral - Notícias da Internet

Fundação Biblioteca Nacional

A Divisão de Obras Raras, da Fundação Biblioteca Nacional, dá continuidade à série de exposições sobre os Pecados Capitais, com a exposição "Ao Pio Leitor... o pecado: Avareza!".

Falando em FBN, foi inaugurado o site Biblioteca Nacional Digital do Brasil? Dentro do acervo digital podem ser vistas obras-raras como a Bíblia de Mogúncia, primeiro documento impresso no mundo, em 1462, por Johann Gutemberg, a Arte da Gramática da língua mais usada na costa do Brasil, escrita pelo Padre José de Anchieta, Os Lusíadas, de Luís de Camões e Dom Casmurro, de Machado de Assis.

Podem ser acessados também documentos como a partitura original de "O Guarani", de Carlos Gomes, a obra rara Rerum per octennium in Brasília, feita em 1647 por Gaspar Barléus, 1.500 mapas raros dos séculos XVI ao XVIII, 42 álbuns com cerca de 1.200 fotografias pertencentes à "Collecção D. Thereza Christina
Maria" e a "Coleção Literatura", com manuscritos de poesias e contos dos principais autores brasileiros.

A BN faz parte da Biblioteca Digital Mundial (projeto World Digital Library), cujo intuito é tornar disponíveis relíquias de vários países gratuitamente na internet, com textos em árabe, chinês, espanhol, inglês, francês, português e russo.

Portugal também tem sua Biblioteca Digital, que pode ser visitada através do link: http://bnd.bn.pt/.

Exposição "DARWIN: Descubra o homem e a teoria revolucionária que mudou o mundo"

Representante oficial do Museu de História Natural de Nova York no Brasil, o Instituto Sangari traz, ao Rio de Janeiro, a exposição mundial de Darwin. Depois de grande sucesso em São Paulo, a exposição chega ao público carioca, que terá a oportunidade de conhecer mais sobre a vida e a obra deste renomado cientista. A mostra recria a viagem de descoberta de Darwin, que transformou a percepção sobre a origem e a natureza das espécies, além de retratar aspectos exclusivos da passagem de Darwin pelo Rio de Janeiro em 1832, há exatos 175 anos. Mais informações em www.darwinbrasil.com.br Agendamento de visitas de grupos, inclusive escolares, através do telefone 21-40620089.

Exposição "Jóias Reais"

No âmbito das comemorações dos 200 anos da chegada da família real portuguesa ao Brasil, o Museu Histórico Nacional, o Consulado Geral de Portugal no Rio de Janeiro e a Associação dos Joalheiros e Relojoeiros do Rio de Janeiro uniram-se para desenvolver um projeto cultural e artístico que revelasse na produção contemporânea as raízes comuns do Brasil e de Portugal. Inspirados em acervos dos séculos XVIII e XIX existentes em importantes museus brasileiros e portugueses, 48 artistas (24 de cada país) criaram, sempre trabalhando em duplas de nacionalidades diferentes, jóias que demonstram a criatividade, a sofisticação e o alto nível da joalheria em ambos os países. Curadoria de Cristina Filipe e Lúcia Abdenur. De 13 de março a 18 de maio, no Museu Histórico Nacional.

EDA registra 26 mil obras em 2007

O Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional registrou em 2007, de acordo com relatório divulgado em 15 de janeiro, cerca de 26 mil obras. Dos 17
gêneros, o que teve maior número de registros foram as obras de poesia, com 7.818, ou 30,09% do total e música, com 6.088, ou 23,43%. Por estado, Rio de Janeiro com 12.458, ou 47,95% e São Paulo, com 7.040, ou 27,10% registraram os maiores índices do país. Leia mais.

Série "Depoimentos"

São em número de sete, as revistas da Coleção Depoimentos, do Museu da Imagem e do Som, ao custo de R$ 8,00 cada: ALMIRANTE, CACILDA BECKER, CLARICE LISPECTOR, FRANCISCO MIGNONE, MARLENE, NELSON RODRIGUES e ROMAN ESTHER. Em cd, por R$ 20,00 poderá levar pra casa 500 Anos de MPB, Com Jacob Sem Jacob, Festival de Choro, Noel Rosa.
O Brasil em Todas as Copas - Caixa com 4 CD'S, custa R$ 50,00 e é um excelente presente aos apaixonados por futebol.
Museu da Imagem e do Som.

MARGS anuncia em 15 de fevereiro novas oficinas de arte

No dia 15 de fevereiro, o MARGS divulga as novas oficinas de arte a serem ministradas a partir de março nas dependências do Museu. O processo de análise dos projetos inscritos, realizado pelo Conselho Técnico do Museu, iniciou em 21 de janeiro e após a avaliação da qualidade, adequação e viabilidade das propostas deve publicar os resultados no site www.margs.rs.gov.br. A idéia de realizar a escolha das novas oficinas do Museu por meio de edital visa qualificar, renovar e ampliar a área de extensão cultural oferecida pela Instituição à comunidade, mobilizando também os artistas locais. Informações junto ao Núcleo de Extensão do MARGS, fone (51) 3212-2281 ou 32213545 ou pelo e-mail extensao@margs.rs.gov.br.

Novo Espaço Educação do Museu da República

No dia 13 de dezembro de 2007 (quinta), o Museu da República, através de sua Coordenação de Educação, inaugurou o Espaço Educação, destinado ao desenvolvimento de ações educativas, onde serão realizados projetos que visam a interagir com um público amplo, além de professores, estudantes e instituições sociais.

Em parceria com a Associação SerCidadão, o Museu da República também inaugurou a exposição Patrimônio Memória e Arte, com trabalhos artísticos (telas, cerâmicas, desenhos e fotos) e o vídeo Patrimônio da República, produzidos pelos alunos do Programa Educação e Trabalho. Está montada no terceiro andar do Palácio até o dia 10 de fevereiro de 2008 e a visitação é no mesmo horário do Museu. Museu da República.

Rio, pela primeira vez

Continua a campanha de histórias pela internet promovida pelo Museu da Pessoa. Lembra do seu primeiro encontro? Conte como começou a sua história com o Rio de Janeiro e participe de uma roda de memórias sobre a cidade. Clique aqui para participar.

Música no Museu

No seu 11º ano, abre a temporada 2008 no Rio de Janeiro mantendo a tradição de maior s érie de música clássica no Brasil. Serão 18 concertos em janeiro e 17 em fevereiro ressaltando-se a música clássica em pleno verão e uma alternativa à programação de carnaval na cidade. Confira a programação de janeiro e fevereiro.

Concurso extraordinário - Candidaturas a Leitores de Língua Portuguesa

Ao abrigo do Protocolo de Cooperação existente entre o Instituto Camões e a Assembleia da República Portuguesa, o Instituto Camões torna público que, de 26 a 31 de Janeiro de 2008, aceita candidaturas para selecção de Leitores de Língua e Cultura Portuguesa para provimento extraordinário dos lugares de Leitor de Língua Portuguesa na Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau e no Parlamento Nacional de Timor- Leste. Centro Virtual Camões.

Prémio Luso-Brasileiro De Dramaturgia António José Da Silva

A apresentação de trabalhos de candidatos de nacionalidade portuguesa ao Prémio Luso-Brasileiro de Dramaturgia António José da Silva termina a 31 de Janeiro de 2008. Leia o Regulamento (em pdf)

Entrevista

Marcelo Bebiano: Como fazer para que se aumente o número de leitores no país? Que contribuição a escola pode dar nesse sentido?

Cícero Sandroni, novo presidente da Academia Brasileira de Letras: A questão da leitura envolve algumas dimensões. Em abril de 1993, foi Josué Montello quem chamou a atenção para os efeitos extremamente negativos que a inflação descontrolada exercia sobre os preços dos livros no Brasil, aí incluídos os livros didáticos. O custo do papel, reajustado em dólar, os preços dos fretes, em um território de proporções continentais como o brasileiro, agravavam a distorção e afastavam o povo da leitura. Isso para não falar da concorrência dos meios de comunicação de massa, como o rádio, a televisão e o videocassete. Além disso, existem problemas na formação, capacitação e remuneração de professores. O problema deve ser atacado em duas frentes: facilitar o acesso aos livros e investimentos na formação e capacitação de professores, oferecendo condições dignas de trabalho para os nossos mestres.

Marcelo Bebiano: De que forma o jovem deve ser estimulado para desenvolver o hábito da escrita? Os professores estão preparados para essa função?

Cícero Sandroni, novo presidente da Academia Brasileira de Letras: A educação no país sempre foi uma bandeira da Academia Brasileira de Letras. Por isso, em 1988, a Academia comemorou a volta da prova de Português como eliminatória no vestibular. O domínio da língua tornava-se uma qualificação mínima, que qualquer universidade deveria exigir. A nossa memória é visual. Para escrever bem, temos que ler literatura de qualidade. Em 2001, Josué Montello expressou seu desagrado com as medidas do governo que dissociavam o ensino da Língua Portuguesa do ensino da Literatura. No interior da ABL, uma comissão foi designada para avaliar o tema. O filólogo e acadêmico Evanildo Bechara contribuiu para os debates com um documento que tratava das diretrizes do ensino do Português no Brasil. Hoje, infelizmente, a cadeira de Literatura não é mais obrigatória no ensino médio. Em recente visita à ABL, o ministro da Educação, Fernando Haddad, foi sabatinado pelos acadêmicos. Arnaldo Niskier defendeu de forma veemente a volta da Literatura Brasileira como disciplina obrigatória no ensino médio. Não há nada mais inoportuno do que retirar a matéria do currículo obrigatório nas escolas, quando tentamos incentivar a cultura nacional. Isso é um contra-senso, uma inabilidade, e precisamos rever imediatamente esta medida. Para desenvolver o hábito da escrita, primeiro, temos que desenvolver o hábito da leitura.

Para ler a entrevista completa, vá ao site da ABL, em Sala de Imprensa > Notícias > 2008, procure por "Por uma ABL cada vez mais popular, sem apelar para o popularesco". Não adicionei o link porque o sistema de links do site da ABL, utiliza comando exe.

Academia Brasileira de Literatura de Cordel

Aproveite a promoção para levar 10 Antologias por apenas R$ 50,00. Todos os livros estão à venda somente na sede da ABLC, em Santa Teresa - Rio de Janeiro, ou pelo telefone (21) 2232-4801, de 14h às 18h. Pode ir lá conferir...

Manifestação cultural antiga e genuinamente brasileira, o cordel vem buscando - e conseguindo - seu espaço em nosso mercado editorial. A edição de janeiro da revista Panorama traz reportagem sobre o crescimento desse gênero literário nos últimos anos. Entre os Varais e a Prateleira (em pdf, Revista Panorama)

Academia Brasileira de Poesia

Você sabia que ela existe? Foi fundada em Petrópolis e sua sede é na Casa de Raul de Leoni. Este mês criaram comunidade no Orkut. Visite o site e leia as poesias no link Novos Talentos. No orkut, é só clicar aqui.

Você sabe o que é Palíndromo?

Rômulo Marinho explica aqui.



Espero que tenham gostado. :)

Até o próximo mês!


Beijos.

--
http://versoseacordes.com/

CBL coordenará projeto que pretende internacionalizar o mercado editorial brasileiro

A CBL coordenará um projeto para internacionalizar o mercado editorial brasileiro. Se aprovado, o setor receberá o apoio (até 75%), em dinheiro, da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex). O projeto visa a capacitação das editoras para venda de direitos autorais, promoção do Brasil no exterior, participação mais assertiva em feiras internacionais, e oportunidade de inserção no mercado internacional de maneira bem orientada.

CBL Informa.

Edital da Lei Municipal de Incentivo à Cultura 2008

Programa de incentivo da Secretaria Municipal de São Paulo receberá inscrições de 11 de fevereiro a 29 de agosto e vai contemplar, com R$ 13,5 milhões, eventos culturais realizados na cidade

O Edital da Lei Municipal de Incentivo à Cultura 2008 foi publicado no dia 11 de janeiro, no Diário Oficial da Cidade de São Paulo. Em 2007, o montante aplicado em projetos culturais somou R$ 10,5 milhões.

Para este ano, estarão disponíveis aproximadamente R$ 13,5 milhões de reais a serem destinados à realização de projetos das áreas de música, dança, teatro, circo, audiovisual, fotografia, literatura, artes plásticas, artes gráficas, cultura popular, acervo e patrimônio histórico, arquitetônico e cultural, museus e centros culturais.

O valor de incentivo concedido a cada projeto ficará entre 30 e 500 mil reais, exceto para aqueles que contemplem a área de patrimônio histórico, cultural e arquitetônico. Nesse caso, só serão beneficiados bens móveis ou imóveis já protegidos por órgãos de preservação municipal, estadual ou federal e o valor poderá chegar a um milhão de reais.

A aprovação do incentivo depende do atendimento às especificações do edital e da apresentação da documentação exigida. A análise será realizada segundo a ordem de apresentação de termo de compromisso ou contrato a CAAPC - Comissão de Averiguação e Avaliação de Projetos Culturais. Os interessados podem consultar o texto completo no link abaixo.

O requerimento de inscrição, a descrição do projeto cultural e os documentos exigidos pelo edital deverão ser entregues na Secretaria Executiva da CAAPC, localizada na Avenida São João, 473, 10º andar, de segunda a sexta, das 10h às 16h, ou enviados pelo Correio com Aviso de Recebimento – AR, até 29 de agosto de 2008.

Informações: CAAPC - Comissão de Averiguação e Avaliação de Projetos Culturais
Tel. (11) 3334-0001, ramal 2032.

Mais informações:
Íntegra da Lei de Incentivo

Veja o resultado dos projetos inscritos (em excell)

Projetos inscritos em editais anteriores (em excell)

Decreto 46.595 (05/11/05) (em doc)

Regulamentação da prestação de contas dos projetos culturais (em doc)

Edital 2008 e planilha para cálculo do orçamento (arquivos compactados)



Secretaria Municipal da Cultura / ABER

Música no Museu - temporada 2008

Janeiro / Fevereiro - 2008

Música no Museu , no seu 11º ano, abre a temporada 2008 no Rio de Janeiro mantendo a tradição de maior s érie de música clássica no Brasil. Serão 18 concertos em janeiro e 17 em fevereiro ressaltando-se a música clássica em pleno verão e uma alternativa à programação de carnaval na cidade.

Em tempo de festa, a Camerata de Violões do Conservatório Brasileiro de Música, dirigida por Paulo Pedrassoli, comemora doze anos de atividades e abre os concertos de Música no Museu / 2008. Nascido de uma reunião de professores do CBM, ganhou espaço no cenário musical com vibrantes interpretações de um repertório brasileiro de altíssima qualidade. Seus integrantes são Paulo Pedrassoli (direção musical), Gaetano Galifi, Lenine Vasconcellos, Eduardo Gatto, Valmyr de Oliveira, Rogério Borda, Artur Gouvêa, Adriano Furtado.

Paulo Pedrassoli já tocou na Alemanha, Japão, Portugal, Caribe e nas mais importantes salas de concerto do Brasil, autor de relevante discografia que inclui o cd Villa-Lobos – Obra integral para violão solo, gravado num castelo da Alemanha e recebido entusiasticamente pela crítica nacional e internacional como uma das melhores interpretações da integral villalobiana. O jornal O Estado de São Paulo refere-se a Pedrassoli como " o verdadeiro violão villalobiano" e "intérprete ideal" de Villa-Lobos. A revista americana The Absolute Sound saúda a gravação como " um trabalho maravilhoso" e a revista inglesa Classical Guitar como "uma interpretação de classe internacional... que poderia servir de referência para todas as outras" . Pedrassoli , mestre em música pela UFRJ, gravou ainda o cd Arpeggione , com o violoncelista polonês Zygmunt Kubala.

Outros destaques: João Carlos Assis Brasil dia 18/1 no CC Justiça Federal, dia 29/1 no Museu do Exército (Forte de Copacabana) o Grupo Bach A4(Flávia Franceschini, flauta, Adriano Souza, piano, Xande Figueiredo, bateria e Tony Botelho, contra – baixo – acústico com a releitura das sonatas para flauta de J.S Bach usando uma formação jazzística (flauta, piano, contrabaixo e bateria). Já em fevereiro, dia 12 no PAÇO IMPERIAL.,Jerzy Milewsky, violino e Aleida Schwarz, piano com um programa de músicas ciganas. DIA 14 no MUSEU NACIONAL DE BELAS ARTES , Maria Luiza Colker, piano e Bernardo Katz, violoncelo com um programa de Beethoven, Forêt, Chopin. DIA 15 no CENTRO CULTURAL LIGHT, Bruce Henri Quarteto com o programa Villa´s Voz- Villa-Lobos em ritmo de jazz. Arranjos Bruce Henri. Já no dia 19/2, no MOSTEIRO DE SÃO BENTO, o Quinteto Carioca de Sopros (Sofia Ceccato, flauta, Davi Silva, oboé, Marcelo Ferreira, clarineta, André Januário, fagote e Tatiana Segalote, trompa apresenta um programa de G. Bizet, J. Ibert, Mozart, Alberto Nepomuceso, A. Liadov, Ernesto Nazareth.

Programação

DIA 28 - segunda-feira – 18:00.
CASA DE CULTURA LAURA ALVIM
Av. Vieira Souto 176.
Capacidade: 80 lugares.
Músico: Newton Nazareth, piano
Programa: Ernesto Nazareth.

Dia 29- terça-feira, 18:00hs.
MUSEU DO EXERCITO- Forte de Copacabana.
Praça Coronel Eugenio Franco, no. 1- Posto 6- Copacabana
Capacidade:
Músico: Grupo Bach A4(Flávia Franceschini, flauta, Adriano Souza, piano, Xande Figueiredo, bateria e Tony Botelho, contra – baixo - acustico
Programa: releitura das sonatas para flauta de J.S Bach usando uma formação jazzística (flauta, piano, contrabaixo e bateria)

Dia 30- quarta-feira- 12:30hs.
MUSEU DA REPÚBLICA.
Rua do Catete 135-
Capacidade: 80 lugares.
Músico: Ronal Silveira, piano.
Programa: Villa-Lobos, Marlos Nobre, Francisco Mignone, Ronaldo Miranda

Dia 31- quinta-feira- 12:30hs.
MUSEU da República.
Endereço: Rua do Catete, 153 - Catete
Capacidade: 80 lugares
Músico: Marcos Leite, piano.
Programa: Eduardo Souto (1882/1942).

Fevereiro 2008

DIA 8 - sexta-feira – 15:00
CENTRO CULTURAL JUSTIÇA FEDERAL
Av. Rio Branco, 241 – Centro
Capacidade: 142 lugares.
Músico: Theatro de Ópera Zola Amaro. Piano, Claudio Vettori
Programa: Giuseppe Verdi e Puccini.

Dia 9- sábado, 18:00hs.
MUSEU DO EXERCITO- Forte de Copacabana.
Praça Coronel Eugenio Franco, no. 1- Posto 6- Copacabana
Encontro de Corais.
Capacidade: 600 lugares.
Músico:Abstrassom
Programa: Villa-Lobos, Tom Jobim

DIA 10 – domingo – 11:30
MUSEU DE ARTE MODERNA
Av. Infante Dom Henrique, 85 – Centro
Capacidade: 120 lugares
Músico: Rebeca da Col, piano
Programa: Brahms, Debussy, Dinastera, Francisco Mignone.

DIA- 12- terça-feira - 12:30hs
PAÇO IMPERIAL.
Praça XV de Novembro s/no- Sala dos Archeiros.
Capacidade: 130 lugares.
Músico: Jerzy Milewsky, violino e Aleida Schwarz, piano.
Programa: Paganini, Bach, Sarasate, Luis Avelar

DIA 13 - quarta-feira – 12:30
MUSEU DA REPÚBLICA
Rua do Catete, 153 – Catete
Capacidade:80 lugares
Músico : Silas Berbosa, piano.
Programa: Chopin.

DIA 14 - quinta-feira – 12:30
MUSEU da República
Rua do Cetete, 153 - Catete
Capacidade: 80 lugares.
Músico: Maria Luiza Colker, piano e Bernardo Katz, violoncelo.
Programa: Beethoven, Forêt, Chopin.

DIA 15 - sexta-feira – 12:30hs
CENTRO CULTURAL LIGHT.
Rua Marechal Floriano, 168 – Centro
Capacidade: 200 lugares
Músico: Bruce Henri Quarteto
Programa: Villa´s Voz- Villa-Lobos em ritmo de jazz. Arranjos Bruce Henri

DIA 17 – domingo – 11:30hs.
MUSEU DE ARTE MODERNA
Av. Infante dom Henrique, 85 - Centro
Capacidade: 200 lugares
Músico: Duo de piano (Cláudia Marques, piano) e Marcelo Bambam (trombone)
Programa: Duda, Galhardi, Villa-Lobos, Tom Jobim

DIA 19 - terça-feira- 19:30hs.
MOSTEIRO DE SÃO BENTO
Rua Dom Gerardo.
Capacidade:400 lugares.
Músico: Quinteto Carioca de Sopros (Sofia Ceccato, flauta, Davi Silva, oboé, Marcelo Ferreira, clarineta, André Januário, fagote e Tatiana Segalote, trompa
Programa: G. Bizet, J. Ibert, Mozart, AlbertoNepomuceso, A. Liadov, Ernesto Nazareth.

DIA 20 - quarta-feira – 12:30.
MUSEU DA REPÚBLICA
Rua do Catete, 153 – Catete
Capacidade:80 lugares
Músico: Bóris Marques, piano
Programa:Chopin, Lizst, Haendel, Ernesto Nazareth

DIA 21 - quinta-feira – 12:30hs
MUSEU da República
Rua do Catete, 153 - Catete
Capacidade: 80 lugares.
Músico: Trio Uno (Cláudia Marques, piano, Gabriel Mateos, viola e Jurin Moreira, percussão
Programa: Tributo a Piazzolla

DIA 22 – sexta-feira – 15h
Centro Cultural Justiça Federal
Av. Rio Branco, 241
Capacidade: 142 lugares
Músico:Alexsander Chamrelli, piano
Programa: Chopin, Handel.

DIA 24 – domingo – 11:30
MEMORIAL GETULIO VARGAS
Praça Luis de Camões s/no- Glória.
Capacidade: 116 lugares
Músico: Madrigal Nova Harmonia
Programa: Mendelshon, Brahms, Padre José Maurício

DIA 25 - segunda-feira – 18:00.
CASA DE CULTURA LAURA ALVIM
Av. Vieira Souto 176.
Capacidade: 80 lugares.
Músico: Grupo Vocal-Instrumental MÚSICA SURDA (Andréia Pedroso (voz), Antonio Jardim (violão de 6 cordas), Artur Gouvêa (violão de 6 cordas) e Eduardo Gatto (violão de 8 cordas).
Programa: O repertório é de canções inéditas, compostas pelo grupo a partir de poemas de grandes autores: Camões, Cecília Meireles, Dante Milano, Drummond de Andrade, Garcia Lorca, e novos expoentes da poesia Adriano Alves, Fabiano Hollanda e Diego Braga.

Dia 26- terça-feira- 18:00.
MUSEU DO EXERCITO- Forte de Copacabana.
Praça Coronel Eugenio Franco, no. 1- Posto 6- Copacabana
Capacidade: 150 lugares.
Músico:. Conjunto Pedra Lispe (Alexandre Bitencourt, flautas, Rudá Brauns, bandolim, Bruno Reis, viola, Maria Clara Valle, violoncelo e Diego Zangado, percussões.
Programa: Guerra Peixe, Capiba, Villa-Lobos.

DIA 27 - quarta-feira – 12:30hs.
MUSEU DA REPÚBLICA
Rua do Catete, 153 – Catete
Capacidade:80 lugares
Músico: Angela Passos, piano.
Programa: Beethoven, Schubert

DIA 28 - quinta-feira – 12:30hs
MUSEU da República
Rua do Catete, 153 - Catete
Capacidade: 80 lugares
Músico: Maria Luiza Colker, piano e Bernardo Katz, violoncelo
Programa: Beethoven, Rachmaninov, Schuman

Dia 29 - sexta-feira - 12:30hs
Museu Histórico Nacional
Praça XV de Novembro, s/n° - Centro
Capacidade: 200 lugares
Músico: Angela de Carvalho, voz - Sergio Lavor, voz e piano e Joabe Ferreira, voz e piano.
Programa: Árias da ópera (Puccini, L. Weber, Carlos Gomes e Verdi).

Música no Museu.

EDA registra 26 mil obras em 2007

O Escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional registrou em 2007, de acordo com relatório divulgado em 15 de janeiro, cerca de 26 mil obras. Dos 17
gêneros, o que teve maior número de registros foram as obras de poesia, com 7.818, ou 30,09% do total e música, com 6.088, ou 23,43%. Por estado, Rio de Janeiro com 12.458, ou 47,95% e São Paulo, com 7.040, ou 27,10% registraram os maiores índices do país.

Com cerca de 415 mil obras registradas desde 1898, o EDA teve seu serviço informatizado a partir de 1995, quando foram registradas 85 mil obras. E de 1995
até 2007, 330 mil obras foram registradas. No ano passado, todo o acervo foi disponibilizado no portal da BN.

FBN.

“Ao Pio Leitor... o pecado: Avareza!”

Exposição de livros da Divisão de Obras Raras
02 de janeiro-15 de fevereiro 2008
10-16 horas
Fundação Biblioteca Nacional

A Divisão de Obras Raras dá continuidade à série de exposições sobre os Pecados Capitais, com a exposição “Ao Pio Leitor... o pecado: Avareza!”.

Já foram implementadas exposições sobre a:
Luxúria (de 18 de dezembro de 2006 a 30 de janeiro de 2007 – prorrogada até 1° de fevereiro),
Gula (de 5 de fevereiro a 15 de março de 2007 – prorrogada por mais um dia),
Preguiça (de 27 de março a 4 de maio, prorrogada até 11 de maio), e
Inveja (de 31 de outubro a 14 de dezembro 2007, prorrogada até 28 de dezembro).

A exposição mostra a Avareza (do latim avaritia), está segmentada em seis vitrines:

pecado Capital da Avareza, repetindo o livro-guia de todas as exposições da série, Desengano dos Pecadores, de Alexandrerp Perier (1765), aberto na página do castigo para os avarentos (Figura 1);

livro-destaque: uma edição de “A arte de furtar”, impressa sob pseudônimo por Hipólito da Costa, patrono da Imprensa Brasileira (Figura 2);

Avarento, sob muitos de seus nomes (avaro, cainho, canguinho, canhengue, esganado, fominha, forreta, ganancioso, harpagão, manicurto, mão-de-finado, mão-de-vaca, mão-fechada, mão-seca, mesquinho, migalheiro, miserável, morrinha, muquirana, pão-duro, pica-fumo, somítico, sórdido, sorrelfa, sovina, unha-de-fome, usurário, usureiro, zuraco) e representações iconográficas: uma edição parisiense de artista, do século XX, de “O avarento”, de Molière, com um retrato de Harpagão – personificação tão popular que seu nome virou sinônimo, dicionarizado, de avarento; um avarento negociando – xilogravura atribuída da Dürer, no preciosíssimo incunábulo “A Nau dos Insensatos”, de Sebastian Brant, (Figura 3); um buril sobre a “Morte do Avarento”, tema tradicional na iconografia medieval, da obra Otto van Veen, publicada no século XVII (Figura 4);

Avareza e Moral, destacando três grandes fabulistas – Fedro, Esopo e La Fontaine, e o moralista Manuel Bernardes, com sua encantadora coleção de “ditos bons e sentenciosos de varões ilustres”, Nova Floresta, em edição de 1759;

Outras visões da Avareza, que mostra, por exemplo, uma sentença contra um mercador avarento, de 1758; uma edição de Plutarco, de 151, sobre a Usura – empréstimo de dinheiro por interesse (com outra xilo atribuída a Dürer); e um diálogo interessante entre um escravizado fugitivo e um macaco sábio, sobre “a arte de ter dinheiro sem ir ao Brazil”, impresso em Lisboa, 1816; e

Avareza e Literatura: com obras de Alexandre Dumas Filho, Plauto (Figura 5), Carlo Goldoni, que teve importante papel na disseminação da commedia dell’arte, no século XVIII, e Camilo Castelo Branco.

Grandes avarentos não constam da exposição, como o senhor Grandet, de Balzac, e Ebenezer Scrooge, de Dickens – acreditamos que foram bem substituídos por Harpagão, de Molière, para dar vez e vista a outras múltiplas formas de representação do pecado, mantendo o perfil de todas as exposições da série: poucos itens expostos, com a expectativa de cobrir múltiplas nuanças do tema, devidamente preservados e associados a símbolos e objetos que remetem ao pecado em cartaz – no caso da Avareza, por exemplo, a cor (dourado-velho) e seu elemento mais recorrente – o dinheiro.

A exposição oferece ao visitante, de todas as idades, 23 livros raros que contam sua própria história e pretende - como todas as demais - despertar o interesse pela pesquisa, o sentido de propriedade nacional e o instinto de preservação do rico universo de obras raras, sob a guarda da Fundação Biblioteca Nacional brasileira.


Ana Virginia Pinheiro
Chefe da Divisão de Obras Raras
Fundação Biblioteca Nacional (Brasil)

Tisakisu: Tradição e Novas Tecnologias da Memória

Exposição apresentada em parceria com os índios Kuikuro, do Parque do Xingu (MT), no Espaço Museu das Aldeias.

Na mostra, 11 vídeos e 100 fotos produzidos por Carlos Fausto, Vincent Carelli e pelos próprios Kuikuro. Entre os filmes, destacam-se os premiados “Nguné Elü: O Dia em que a Lua Menstruou”, dos cinegrafistas Mariká e Takumã Kuikuro que mostra o ritual do eclipse da lua e todos os simbolismos que este traz para o povo Kuikuro e “Inbé Gikegü: Cheiro de Pequi” baseado no mito Kuikuro do pequi, um fruto do cerrado.

Museu do Índio.

A marchinha do Pacotão

Escolhido enredo do Pacotão 2008...
"Eles Tão Metendo a Mão", de Rômulo
Marinho e Gustavo Dourado (Amargedom)

Jornal de Brasília - 20/012/2007
Pacotão escolhe enredo

Há 31 anos animando o Carnaval de Brasília, a Sociedade Armonial
Patafísica Rusticana – o Pacotão – não ficou para trás no quesito
animação. Ontem, mais de 300 pessoas se reuniram para ver a escolha da
marchinha que vai embalar a festa deste ano. Famoso pelas letras
polêmicas que abordam assuntos importantes do cenário da política
nacional, o bloco teve dificuldades para escolher o ritmo deste ano.

A disputa foi acirrada com mais de 20 letras inscritas. A escolhida
para 2008 foi "Eles tão metendo a mão", fazendo uma crítica aos
supostos esquemas de corrupção que têm ocorrido no Congresso
Nacional.

Com a autoria de Rômulo Marinho e Gustavo Dourado, a marchinha mostra
trechos de indignação, embora com humor. Como forma de protesto, o
Pacotão sempre segue o trajeto pela contramão. Este ano não será
diferente, os foliões vão se concentrar na CLN 302/303, a partir das
11h, rumo à 504/505 – W3 Sul, nos dias 3 e 5 de fevereiro.

O bloco vai seguir o ritmo da multidão, que geralmente chega a 10 mil
pessoas. A travessia de todo o Plano Piloto por uma das avenidas mais
tradicionais de Brasília deve terminar às 18h, nos dois dias de folia.
"O Pacotão já é uma tradição na cidade, é mais divertido, não perco
um. Gosto também das críticas feitas aos políticos. Elas mostram bem a
atual situação do nosso País", dizia Divino Azevedo, 45 anos, enquanto
aguardava o resultado da marchinha vencedora.

Eles tão metendo a mão
Rômulo Marinho e Gustavo Dourado

Eles tão metendo a mão
No dinheiro da Nação
O Congresso maravilha
É maloca de quadrilha
O rei da maracutaia
Vive de papo furado
Valeu aquela puta vaia
No Maracanã lotado.
Tem muita gente sabida
Dilapidando o erário
Metendo a mão no tesouro
Detonando o meu salário
E Ali Babá nada sabe...
Ele pensa que 'nóis' é otário!
E Ali Bebum nada sabe...
Ele pensa que 'nóis' é otário!
Eles tão metendo a mão...

Ouça a marcha do Pacotão 2008:
http://www.gustavodourado.com.br/marchinha_carnaval_2008.htm

Edição Roda Mundo 2008

O escritor sorocabano Douglas Lara já está preparando a edição 2008 do "RODA MUNDO - Antologia Internacional", projeto literário de sua autoria, que tem um caráter globalizado por contar com a participação de autores dos cinco continentes, numa integração da comunidade lusófona e também espanhola.

O livro, a exemplo das edições anteriores, será publicado em sistema de cooperativa, reunindo escritores brasileiros e também de diversos países. A obra reunirá crônicas, contos, poemas, ensaios e textos em português, inglês, italiano e espanhol, montando assim um panorama dos diferentes estilos, tendências, culturas e maneiras de enxergar o mundo, por meio da palavra impressa.

A Antologia "Roda Mundo" teve início em 2004, reuniu 43 autores de 12 países de quatro continentes e por ter ganho a simpatia do público, a atenção da imprensa e o respeito de outros escritores tem se perpetuado com o mesmo sucesso nas edições seguintes

O Bacharel em Ciências Contábeis, Douglas Lara, descobriu em 2003 essa nova alegria profissional e pessoal: a de organizar coletâneas literárias, com a publicação da antologia "Onze Autores da Web". O projeto chamou a atenção da mídia pelo ineditismo, uma vez que trouxe para o livro impresso, escritores que desenvolveram suas carreiras integralmente, ou em parte na internet.

Para a coletânea 2008, trinta autores irão apresentar seus trabalhos e a exemplo das versões anteriores, o volume será editado pela Editora Ottoni de Itu, com finíssimo acabamento gráfico. O lançamento está previsto para o dia 24 de julho de 2008, durante a 4º Semana do Escritor de Sorocaba que ocorrerá entre os dias 22 e 27 de julho, evento realizado com o patrocínio do Gabinete de Leitura Sorocabano, apoio institucional da Fundec - Sorocaba, que reunirá escritores participantes e amantes da literatura.

Esta já é a oitava coletânea literária organizada pelo escritor. As outras foram "Onze Autores da Web", uma experiência pioneira em livro com autores da internet; "Roda Mundo, Roda Gigante", antologia internacional 2004; "Roda Mundo 2005", que tem a participação de autores da Austrália, Alemanha, Peru Angola e Portugal, entre outros países; a "Antologia VMD Internacional", com escritores do portal literário Vânia Moreira Diniz, "Roda Mundo 2006 e 2007".

As cotas do Roda Mundo 2008 (de 10 páginas) custarão R$ 625 reais que poderão ser divididos em cinco vezes, com o primeiro pagamento em janeiro e o último em maio. O prefácio será do conhecido escritor e jornalista do jornal Cruzeiro do Sul, Celso 'Marvadão' Ribeiro e a capa será novamente da poetisa e artista plástica Mary Maia.

Serviço:
Mylton Ottoni ottoni@ottonieditora.com.br
Fone: (11) 4022-5309
Douglas Lara douglara@uol.com.br
Fone: (15) 3227-2305

11ª Mostra de Cinema de Tiradentes anuncia os filmes premiados

Durante cerimônia de encerramento, realizada na noite dessa sexta, foram anunciados os nomes dos melhores filmes da 11ª Mostra de Cinema de Tiradentes, segundo os Júris Popular, Jovem e da Crítica, e entregue o Troféu Barroco aos respectivos diretores e representantes dos filmes premiados. Veja a relação do filmes premiados da 11ª Mostra de Cinema de Tiradentes:

Júri da Crítica

Prêmio Destaque Livre – Petrus Cariry e Ivo Lopes Araújo, por O Grão (CE)

Prêmio Aurora de Melhor Filme – Meu Nome é Dindi , de Bruno Safadi (RJ)

Júri Jovem

Prêmio Destaque Livre – o plano seqüência de Ainda Orangotangos , de Gustavo Spolidoro (RS)

Prêmio Aurora de Melhor Filme – Sábado à Noite , de Ivo Lopes Araújo (CE)

Júri Popular

Melhor Vídeo – A Hora do Primeiro Tiro , de Gustavo Jardim (MG)

Melhor Curta – Câmara Viajante , de Joe Pimentel (CE)

Melhor Longa – O Senhor do Castelo , de Marcus Vilar (PB)

NÃO PERCA

A Universo Produção finaliza a 11ª Mostra de Cinema de Tiradentes e já está preparando a 3ª edição da CINEOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto. A coordenação da Universo convida a todos para participarem do evento, cujo foco é a memória do cinema. Então marque na sua agenda: a 3ª CINEOP está programada para o período de 12 a 17 de junho. A exemplo do que é feito em Tiradentes, a CINEOP exibe filmes para todas as idades ao mesmo tempo em que promove debates e oferece oficinas de formação e capacitação profissional. Então fique atende para a abertura das inscrições gratuitas. As informações podem ser acompanhadas pelo site www.cineop.com.br .

E a diretora da Universo Produção, Raquel Hallak, anunciou ontem, ao lado de seu sócio Quintino Vargas e do presidente da Fundação Municipal de Cultura de Belo horizonte, José Eduardo Liboreiro, a realização da Mostra CineBH 2008 de 4 a 9 de setembro. Aguardem.

Site oficial do evento: www.mostratiradentes.com.br

Fone: (31) 3282.2366

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11ª MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES-MG
18 a 26 de janeiro de 2008

Patrocínios: Petrobras, Oi, Cemig, Gasmig, BNDES, Redecard, através das Leis Estadual e Federal de Incentivo à Cultura
Idealização e realização: Universo Produção
Redação do texto: Ariane Lemos
Assessoria de Imprensa: Sinal de Fumaça – A comunicação original
Sérgio Stockler (31) 3245-4051 e 9143-1001, Ariane Lemos (31) 9751- 0445
e-mail: imprensa.tiradentes@universoproducao.com.br

21.1.08

Agenda dos Blocos Carnavalescos do RJ 2008

Dia 19/1 - Sábado

Monarcas na Glória e Rio Carioca, às 14h - Rua Ipiranga (Laranjeiras)

Banda de Ipanema, às 17:30h - Praça Gal. Osório com R. Teixeira de Melo (Ipanema)

Spanta Neném, às 16h - Parque dos Patins (próximo aos pedalinhos) (Lagoa)

Nem Muda nem sai de cima, às 17h - R. Garibaldi (Muda)

Dia 20/1 - Domingo

Bagunça meu Coreto, às 15h - Praça São Salvador (Flamengo)

Imprensa que eu gamo, às 15h - Mercadinho S. José (Laranjeiras)

Bloco me esquece - Rua Rita Ludolf, esquina com General San Martin, em frente à Melt do Leblon

Bloco Gargalhada, às 13h - Associação Atlética Vila Isabel - Av. 28 de Setembro, 160

Dia 24/1 - Quinta

Ih, é carnaval, às 18h - DCE da UFRJ (dentro do campus) (Praia Vermelha)
Dia 25/1 - Sexta

Cordão da Bola Preta, às 17h - Praça Mauá (Centro)

Dia 26/1 - Sábado

Céu na Terra, às 9h - Curvelo (Santa Teresa)

Banda da Barra, às 12h - Av. Sernambetiba no Bondinho da Banda

Xupa mas não baba, às 14h - Rua Cardoso Júnior, 420 (perto da Perinatal) (Laranjeiras)

Simpatia é Quase Amor, às 15h - Praça General Osório (Ipanema)

Rio Maracatu, às 16h - Largo dos Guimarães (Santa Teresa)

Bloco dos Arengueiros, às 17h - Posto 6 (Copacabana)

Gigantes da Lira, às 17h - Pça. Aliança, na R. General Glicério (Laranjeiras)

Aconteceu, às 18h - Bar do Gomes (Rua Àurea com Monte Alegre) (Santa Teresa)

Imaginou, agora amassa - 11h, na Rua José Linhares (Leblon)

Dia 27/1 - Domingo

Embaixadores da Folia, às 1h - Rua do Lavradio, em frente ao CIEP (Centro)

Samba no Pé, às 8h - Supermercado Prezunic do Campinho (Madureira)

Elas e Elas, às 12h - Largo do Moutela (Anil) (Jacarépaguá)

Suvaco de Cristo, às 13h - Bar Jóia. Rua Jardim Botânico esquina com Rua Faro (Jardim Botânico)

Escravos da Mauá, às 15h - Largo de S. Francisco da Prainha c/ Sacadura Cabral (Centro)

É do Pandeiro, às 17h - Praça São Salvador (Flamengo)

Dia 30/1 - Quarta

Discípulos de Oswaldo, às 17h - Bar do Chico. Rua Castro Tavares, 185 (Manguinhos)

Esse é o bom, mas ninguém sabe, às 18h - Praça São Judas Tadeu (junto à estação do Trem do Corcovado)

Dia 31/1 - Quinta

Banda da Rua do Mercado, às 17h - Rua do Mercado em frente à Bolsa (Centro)
Dia 1/2 - Sexta

Eu sou eu e jacaré é bicho d’água, às 16h - Rua Torres Homem com Visconde de Abaeté (Vila Isabel)

Carmelitas, às 17h - Rua Dias de Barros esq. com a Ladeira Santa Teresa

Embaixadores da Folia, às 17h - Av. Rio Branco esquina com Rua São Bento, na altura da Praça Mauá (Centro)

Vem ni mim que eu sou Facinha, às 17h - R. Prudente de Moraes, 10 (Ipanema)

Rola Preguiçosa, às 18h - Av. Epitácio Pessoa esq. com Maria Quitéria (Lagoa)

Rival sem Rival, às 19h - Teatro Rival (perto da Cinelândia) (Centro)

Badalo de Santa Teresa, às 20h - Largo das Neves (Santa Teresa)

Concentra mas não sai, às 20h - Rua Ipiranga (Laranjeiras)

Azeitona sem caroço, às 20h - Bar Azeitona - esquina Rua Dias Ferreira e Bartolomeu Mitre (Leblon)

Empurra que Pega, às 17h na Rua Carlos Góis (Leblon)

Bloco do Bip Bip, às 24h - Rua Almirante Gonçalves (Copacabana)

Dia 2/2 - Sábado

Embaixadores da Folia, às 5h - Av. Rio Branco com Rua São Bento, altura da Praça Mauá (Centro)

Cordão da Bola Preta, às 9h - Cinelândia/ Theatro Municipal (Centro)

Céu na Terra, às 9h - Largo do Curvelo (Santa Teresa)

Pega pra sambar, às 11h - Rua do Senado, em frente ao Rio Flanar (Lapa)

Banda da Barra, às 13h - Av. Sernambetiba no Bondinho da Banda, em frente ao condomínio Beton (Barra da Tijuca)

Bloco do Caveira, às 14h - Final da Marquês de Olinda (Botafogo)

Turma do Gato, às 14h - Bar do Gato, Rua Djalma Dutra (Pilares)

Dois prá lá, dois prá cá, às 14h - Rua Álvaro Ramos 11 (Botafogo)

Afroreggae, às 15h - Quadra Nahildo Ferreira (Vigário Geral)

Barbas, às 15h - R. Arnaldo Quintela com Assis Bueno (Botafogo)

Banda de Ipanema, às 15h - Praça Gal. Osório com R. Teixeira de Melo (Ipanema)

Devassos da Cardeal, às 16h - Bar do Galo, Rua Cardeal Dom Sebastião Leme (Bairro de Fátima)

Carioca da Gema, às 16h - Rua do Lavradio (Lapa)

Cordão do Prata Preta, às 16h - ua Sacadura Cabral, ao lado do 5º BPM (Gamboa)

Se não quer me dar… me empresta, às 16h - Rua do Lavradio, 90 (Lapa)

Empurra que pega, às 17h - Praça Cazuza (Leblon)

Laranjada Samba Clube, às 17h - Praça do Chorinho, R. General Glicério (Laranjeiras)

Empolga às 9, às 17h - Casa da Matriz, Rua Henrique Novaes (Botafogo)

Frevo Prato Misterioso Rio, às 18h - Av. Rio Branco com Buenos Aires (Centro)

Zumbi de Pilares, às 19h - Largo de Pilares (Pilares)

Banda da Duvivier, às 17h na Rua Duvivier (Copacabana)

O remédio é o samba, às 14h na Praia de Copacabana

Banda da Bolívar, às 14h na Rua Bolivar (Copacabana)

Banda Santa Clara, 16h na Rua Santa Clara (Copacabana)

Dia 3/2 - Domingo

Banda de Ipanema - Banho de Mar à Fantasia do Arpoador até o Posto 9 das 10h as 14h

Cordão do Boitatá, às 8h - Rua do Mercado e Praça XV (Centro)

Meu Kantinho, às 12h - C.C. Meu Kantinho, Rua Indígena 62 (Penha Circular)

Que merda é essa?, às 14h

Bar Paz e Amor, R. Garcia D’Ávila esq. com Nascimento Silva (Ipanema)

Gargalhada e do Babaçu Abunda e a Cerveja Também, às 15h - Pereira Nunes com 28 de Setembro (Vila Isabel)

Afroreggae, às 15h - Posto 8 (Ipanema)

Bohêmios de Irajá, às 16h - Av. Rio Branco esquina com Presidente Vargas (Centro)

Simpatia é Quase Amor, às 16h - Praça General Osório (Ipanema)

Bangalafumenga, às 16h - Pacheco Leão, perto do Clube Condomínio (Jardim Botânico)

Cachorro Cansado, às 16h - Bar Planalto, Rua Barão do Flamengo, 35 (Flamengo)

Clube do Samba, às 17h - Av. Rio Branco com Presidente Vargas (Centro)

Cacique de Ramos, às 21h - Av. Rio Branco com Presidente Vargas (Centro)

Empolga às 9, às 21h - Posto 9 (Ipanema)

Dia 4/2 - Segunda

Songoro Cosongo, às 11h - Curvelo (Santa Teresa)

Sobrinhos do Tio Bio, as 12h, Rua Domingos Ferreira (Copacabana)

Pede Passagem, às 13h - Praça Santos Dumont em frente ao Jóquei (Gávea)

Bloco de Segunda, às 14h - Cobal do Humaitá, pelo lado da Rua Voluntários da Pátria (Botafogo)

Volta, Alice, às 15h - Tasca do Edgar, na esquina da rua Alice c/ Mario Portela (Laranjeiras)

Mão de Lata, às 17h - Rua do Lavradio, em frente ao CIEP (Lapa)

Rancho Flor do Sereno, às 19h - Bar Bip-Bip, Rua Almirante Gonçalves (Copacabana)

Bohêmios de Irajá, às 20h - Quadra do bloco (Vicente de Carvalho)

Cacique de Ramos, às 20h - Av. Rio Branco com Presidente Vargas (Centro)

Dia 5/2 - Terça

Bloco Galinha do Meio-Dia, uma referência ao frevo nordestino, 14h do posto 2 até o posto 6 da praia de Copacabana.

Se Melhorar, Afunda, às 9h - Praça São Domingos (São Domingos - Niterói)

Clube do Samba, às 14h - Av. Atlântica esq. com Santa Clara (Copacabana)

Meu Bem, Volto Já, às 15h - Av. Princesa Isabel, esquina com a Rua Barata Ribeiro (Copacabana)

Rio Maracatu, às 15h - Arpoador (Ipanema)

Bagunça meu Coreto, às 15h - Praça São Salvador (Flamengo)

Banda de Ipanema, às 15h - Praça Gal. Osório com R. Teixeira de Melo (Ipanema)

Bloco da Ansiedade, às 16h - Mercadinho São José (Laranjeiras)

Cachorro Cansado, às 16h - Bar Planalto, Rua Barão do Flamengo, 35 (Flamengo)

Quizomba, às 16h - Circo Voador (Lapa)

Tramela, às 16h - Rua João Pinheiro com Teresa Cavalcanti (Piedade)

Largo do Machado, mas não Largo do Copo, às 16h - Largo do Machado (Flamengo)

Se me Der, Eu Como!, às 16h - R. do Matoso esquina R. Dr. Satamini (Tijuca)

A Rocha, às 16h - Praça Santos Dumont (Gávea)

Sorri prá Mim, às 16h - Bar Petisco da Vila (Vila Isabel)

Amigos da Rua Joaquim Méier, às 17h - Rua Joaquim Méier em frente ao Nº 213 (Méier)

Vem ni mim que eu sou Facinha, às 17h - R. Prudente de Moraes, 10 (Ipanema)

Carmelitas, às 18h - Largo dos Guimarães (Santa Teresa)

Bloco do Bigode, às 18h - Av. Rio Branco c/ Rua da Alfândega (Centro)

Bloco dos Arengueiros, às 19h - Rio Branco (Centro)

Embaixadores da Folia, às 19h - Av. Rio Branco c/ Rua da Alfândega (Centro)

Bafo da Onça, às 20h - Av. Rio Branco com Presidente Vargas (Centro)

Vagalume, às 20h - Jardim Botânico (Horto)

Cacique de Ramos, às 20h - Av. Rio Branco c/ Pres. vargas (Centro)

Banda da Rua Miguel Lemos, 15h (Copacabana)

Dia 7/2 - Quinta

Voltar pra quê?, às 20h - Rua Álvaro Alvim, Cinelândia. No famoso “Beco da Cirrose”. (Centro)
Dia 8/2 - Sexta

Só Tamborins, às 21h - Travessa Mosqueria, esquina com Mem de Sá (Lapa)

Dia 9/2 - Sábado

Bafafá, às 17h - Posto 9 (Ipanema)

Mulheres de Chico, às 17h - Praça Antero de Quental (Leblon)

Berço do Samba, às 17h - Estação Praça Onze do Metrô (Cidade Nova)

Dia 10/2 - Domingo

Monobloco, às 9h - Hotel Sofitel, Posto 6, Av. Atlântica (Copacabana)

Boka de Espuma, às 15h - Rua Marquês de Olinda entre Muniz Barreto e Bambina (Botafogo)

Barangal, às 16h - Posto 9 (Ipanema)

Fonte: Samba Choro

Feijoada com Chorinho e Seresta

Próxima Edição: 16 de fevereiro, a partir das 12 horas.

Feijoada com Chorinho e Seresta
(acompanha um copo de guaraná natural)


- Sorteio de Brindes.

- Venda de Doces, Artesanato, Livros e outros.

- O artista plástico peruano Eduardo Flores doou um quadro para ser leiloado durante o almoço.

- Venda de Ingressos Antecipados a R$ 8,00: contato@litereart.org.br / 9929-4217 / 8859-3854

- A partir das 17h: venda de porções de salgadinhos.

Renda 100% revertida para projetos sócio-culturais.

Local: CEACA-Vila
Rua General Zenóbio da Costa, 35 - Vila Isabel (RJ)
Referência: próximo à UERJ e do ponto final do 464.
Valores: Ingresso antecipado: R$ 8,00 / No dia: R$ 10,00

Organização: Liter & Art Brasil

Parceria: CEACA-Vila e Liter & Art Brasil

Apoio (ordem alfabética):
- Art Sete Locações Ltda
- Associação das Famílias para Unificação e Paz Mundial
- Ceasa de Irajá: Gerente Jarbas, Stand Nippo, Stand Abóbora e Melancia 2000, Sr. Jaílson
- ENGEARQ Empreendimentos Imobiliários
- JVM Importação e Exportação Ltda.
- LMS Eventos
- Supermercado Antunes Mendes Ltda (Rede Multimarket)
- Vereador Luiz Humberto

Encontros com a Crítica, o Público e o Diretor

MOSTRA TIRADENTES REÚNE, EM DEBATE, CINEASTAS, CRÍTICOS E O PÚBLICO

Na manhã deste domingo, foram realizados dois Encontros com a Crítica, o Público e o Diretor, dentro da programação da 11ª Mostra de Cinema de Tiradentes.

O primeiro deles foi com o diretor do longa Alucinados, Paulo Santucci, com a participação do crítico Sérgio Alpendre (SP). Na seqüência, José Eduardo Belmonte esteve frente a frente com o público para falar de seu mais recente trabalho, Meu mundo em perigo, com a participação do crítico Daniel Schenker.

O primeiro Encontro da série foi realizado ontem e debateu o longa Falsa Loura. O diretor Carlos Reichenbach retomou a polêmica em torno da premiação do último Festival de Brasília, quando criticou em seu blog Reduto do Comodoro a ausência de premiação à atriz Rosanne Mulholland (homenageada da edição deste ano da Mostra de Tiradentes e protagonista de seu mais recente filme, Falsa Loura), o que o levou a declarar publicamente que nunca mais lançaria seus filmes em festivais com prêmios em dinheiro.

Em sua fala no debate sobre Falsa Loura em Tiradentes, Reichenbach afirmou que não apenas contava como certa a premiação de Rosanne como se sentiu ainda mais injustiçado com o que ele chamou de "desconhecimento" do júri de Brasília em relação à trilha sonora de seu filme. Reichenbach destacou o "trabalho de um gênio" de Nelson Ayres, compositor que trabalhou com nomes como Chico Buarque e César Camargo Mariano e que assina a trilha sonora e música original de Falsa Loura.

NÃO PERCA

Amanhã, durante o 10º Encontro dos integrantes do Fórum de Realizadores de Eventos Audiovisuais Brasileiros, será lançado o “Diagnóstico Setorial 2007 / Indicadores 2006 dos Festivais Audiovisuais”, elaborado pelo Fórum dos Festivais. A apresentação do estudo será as 10h30, no Cine-Teatro.

Durante um ano, o Fórum dos Festivais mapeou os eventos audiovisuais brasileiros realizados em 2006, no Brasil e no exterior. O apurou e avaliou questões de caráter cultural, social e econômico dos festivais. Foram identificados 132 eventos.

Site oficial do evento: www.mostratiradentes.com.br
Fone: (31) 3282.2366

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11ª MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES-MG
18 a 26 de janeiro de 2008

Patrocínios: Petrobras, Oi, Cemig, Gasmig, BNDES, Redecard, através das Leis Estadual e Federal de Incentivo à Cultura
Idealização e realização: Universo Produção
Redação do texto: Ariane Lemos
Assessoria de Imprensa: Sinal de Fumaça – A comunicação original
Sérgio Stockler (31) 3245-4051 e 9143-1001, Ariane Lemos (31) 9751- 0445
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19.1.08

A Câmara Brasileira do Livro apóia a 3ª Feira Nacional do Livro de Poços de Caldas


A 3ª Feira Nacional do Livro de Poços de Caldas, que vai acontecer de 01 a 06 de abril de 2008, no Palace Casino, tem apoio institucional da CBL – Câmara Brasileira do Livro. A organização do evento recebeu um e-mail no 16 de janeiro, quarta-feira, expedido pela gerente de marketing e eventos da CBL, Cristina Lima, firmando o apoio e a parceria da entidade ao evento.
“Este é um reforço a mais para o evento. A CBL é a principal entidade do mundo editorial nacional e seu apoio à nossa Feira reforça a credibilidade deste evento e o quanto ele é importante para o sul de Minas ”, explica Gisele Ferreira, organizadora do evento, referindo-se à importância desse apoio.

O 2º Festival Literário Nacional de Poços de Caldas, um evento que reunirá renomes da Literatura Brasileira e acontecerá junto a Feira do Livro, será aberto oficialmente com a palestra da patronesse do evento, a especialista em lingüística textual Ingedore Villaça Koch. Além de Ingedore, grandes escritores como Fabrício Carpinejar, André Ribeiro, João Scortecci, Maria Esther Mendes Perfetti, Telma Guimarães, Elias José, Lino de Albergaria, Julio Emilio e Walter Alvarenga já confirmaram a participação. Peças teatrais, mural de poesias, concursos de redação, contador de histórias e tardes de autógrafos enriquecerão a programação desse evento literário. As escolas também já podem começar a agendar visitas à Feira. O acesso ao evento será com entrada franca, inclusive das atividades culturais. Maiores informações acesse o site: www.feiradolivropocosdecaldas.com.br ou pelo fone (35) 3713-9901, A 3ª Feira Nacional do Livro de Poços de Caldas conta com a parceria da Prefeitura Municipal de Poços de Caldas, Secretaria de Educação e Cultura, Turismo, Cia. Bella de Artes, SESC e SENAC.


Câmara Brasileira do Livro
Fundada em 1946, a Câmara Brasileira do Livro (CBL) é uma entidade independente, sem fins lucrativos, com a missão de estimular a leitura no País, promover a indústria e o comércio do livro e defender os interesses de seus associados. Reúne editores, livreiros, distribuidores e profissionais de venda direta e desenvolve uma série de atividades e eventos, para difundir a produção editorial brasileira.

Em seu calendário permanente de atividades consta a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, o maior evento do setor na América Latina; o Prêmio Jabuti, que tem como proposta destacar o melhor da produção editorial do País; a Escola do Livro, voltada para o aperfeiçoamento e capacitação de profissionais do setor; e a organização de feiras nacionais e internacionais, na conquista de novos espaços para a inserção e difusão do livro, tanto no Brasil como no exterior.

O desafio é democratizar o acesso ao livro, influindo nas políticas públicas de fomento à leitura e no aumento da eficiência e na capacitação tecnológica do setor. Os diretores da CBL são eleitos para mandato de dois anos, renovável por um período, escolhidos pelo voto direto dos associados, que representam os diversos setores da indústria do livro.

Foto-Legenda:
Gisele Ferreira, organizadora da Feira do Livro de Poços, com Cristina Lima, gerente de Marketing e Eventos da CBL, na 49º Prêmio Jabuti 2007

Começa hoje a maratona do cinema brasileiro

A 11ª Mostra de Cinema de Tiradentes abre o calendário audiovisual brasileiro apresentando o panorama da produção brasileira contemporânea. A abertura oficial acontece, às 21h, no Cine-Tenda, com homenagens aos atores Rosanne Mulholland e João Miguel – ambos destaques do momento e em ascensão no cinema brasileiro.
Na seqüência, a exibição em pré-estréia nacional do longa paulista FALSA LOURA, de Carlos Reichenbach.

Até 26 de janeiro, Tiradentes será a capital do cinema brasileiro e o público poderá conferir o que vai ser o cinema de 2008 em obras inéditas e premiadas – ao todo 126 filmes – 27 longas-metragens, 35 curtas e 64 vídeos, em 48 sessões vão ocupar três espaços construídos para atender a programação intensa e gratuita oferecida ao público – o Cine-Teatro, o Cine-Tenda e o Cine Petrobras na Praça.

Mais de 300 convidados – cineastas, atores, pesquisadores, acadêmicos, críticos de cinema, jornalistas e autoridades já confirmaram presença na Mostra Tiradentes, que além da exibição de filmes, vai promover 13 oficinas de cultura, 12 debates de longas, o 9º Seminário do Cinema Brasileiro, exposição, cortejos, shows e teatro de Rua para um público estimado em mais de 35 mil pessoas.

E mais – no sábado, dia 19 de janeiro, a Universo Produção promove o tradicional CORTEJO DA ARTE, em comemoração ao aniversário de Tiradentes com saída da Igreja do Rosário, às 16 horas – um passeio musical pela Rua Direita com destino a Praça Principal vai reunir mais de 100 artistas em clima de carnaval.

À noite, o ponto de encontro é o Tenda Bar Show, anexo ao Cine-Tenda, com programação de shows, após a última sessão de cinema. Hoje o público confere o samba do grupo Linha de Passe. No sábado será a vez da MPB do Lúdica Música.

Site oficial do evento: www.mostratiradentes.com.br
Fone: (31) 3282.2366

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11ª MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES-MG
18 a 26 de janeiro de 2008

Patrocínios: Petrobras, Oi, Cemig, Gasmig, BNDES, Redecard, através das Leis Estadual e Federal de Incentivo à Cultura
Idealização e realização: Universo Produção
Redação do texto: Ariane Lemos
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11.1.08

3ª Feira Nacional do Livro de Poços de Caldas

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Esse evento irá acontecer de 01 a 06 de abril de 2008, no Palace Casino, em Poços de Caldas/MG.

A entrada será franca, inclusive as atividades culturais, como: palestras, teatros e outras.

Junto a Feira acontecerá também o 2º Festival Literário Nacional de Poços de Caldas, onde grandes escritores renomados da literatura brasileira se encontram.

Mais informação acesse o nosso site: www.feiradolivropocosdecaldas.com.br.

Assessoria de imprensa da GSC Eventos Especiais

7.1.08

Férias, hora de pôr em dia a leitura (E-books)


13 Oktobro 1582 -Luiz Ferreira Portella Filho
14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
345 -Artur Azevedo
7 Canções -Salomão Rovedo
A "Não-me-toques"! -Artur Azevedo
A Alegria da Revolução -Ken Knab
A Alma do Lázaro -José de Alencar
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Ama-Seca -Artur Azevedo
A Arrábida -Vania Ribas Ulbricht
A Bela Madame Vargas -João do Rio
A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio
A Capital Federal -Artur Azevedo
A Carne -Júlio Ribeiro
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
A Carta -Pero Vaz de Caminha
A Carteira -Machado de Assis
A Cartomante -Machado de Assis
A Casa Fechada -Roberto Gomes Ribeiro
A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
A Causa Secreta -Machado de Assis
A chave -Machado de Assis
A Chinela Turca -Machado de Assis
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
A Conquista -Coelho Neto
A Conselho do Marido -Artur Azevedo
A Cruz Mutilada -Vania Ribas Ulbricht
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
A Dívida -Artur Azevedo
A Divina Comédia -Dante Alighieri
A Ela -Machado de Assis
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
A Harpa do Crente -Vania Ribas Ulbricht
A Herança -Machado de Assis
A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
A Mão e a Luva -Machado de Assis
A Megera Domada -William Shakespeare
A Melhor Amiga -Artur Azevedo
A melhor das noivas -Machado de Assis
A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
A Metamorfose -Franz Kafka
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
A Mulher de Preto -Machado de Assis
A mulher Pálida -Machado de Assis
A 'Não-me-toques'! -Artur Azevedo
A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
A Parasita Azul -Machado de Assis
A Pata da Gazela -José de Alencar
A Pianista -Machado de Assis
A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa
A Princesa de Babilônia -Voltaire
A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
A Segunda Vida -Machado de Assis
A Semana -Machado de Assis
A Senhora do Galvão -Machado de Assis
A Sereníssima República -Machado de Assis
A Tempestade -William Shakespeare
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
A última receita -Machado de Assis
A Vida Eterna -Machado de Assis
A viúva Sobral -Machado de Assis
A Viuvinha -José de Alencar
A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
Abolicionismo -Joaquim Nabuco
Adão e Eva -Machado de Assis
Alienista -Machado de Assis
Alma Inquieta -Olavo Bilac
Almas Agradecidas -Machado de Assis
Americanas -Machado de Assis
Amor com Amor se Paga -Joaquim José da França Júnior
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
Anedota Pecuniária -Machado de Assis
Antes da Missa -Machado de Assis
Antes da Rocha Tapéia -Machado de Assis
Antes que Cases -Machado de Assis
Antigonas -Sofócles
Antologia -Antero de Quental
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
Ao Entardecer (contos vários) -Visconde de Taunay
Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo
Arte Poética -Aristóteles
As Academias de Sião -Machado de Assis
As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
As Asas de um Anjo (Comédia) -José de Alencar
As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
As Forças Caudinas -Machado de Assis
As Primaveras -Casimiro de Abreu
As Religiões no Rio -João do Rio
As Viagens -Olavo Bilac
As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
Astúcias de Marido -Machado de Assis
Ateneu -Raul Pompéia
Aurora sem Dia -Machado de Assis
Auto da Alma -Gil Vicente
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Ayres e Vergueiro -Machado de Assis
Balas de Estalo -Machado de Assis
Béatrix -Honoré de Balzac
Bom Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
Bons Dias -Machado de Assis
Brás, Bexiga E Barra Funda -Alcântara Machado
Brincar com fogo -Machado de Assis
Camões -Joaquim Nabuco
Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
Cândido -Voltaire
Cantiga de Esponsais -Machado de Assis
Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
Caramuru: poema épico do descobrimento da Bahia -José de Santa Rita Durão
Carolina -Casimiro de Abreu
Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
Cartas Chilenas -Tomáz Antônio Gonzaga
Cartas D´Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
Cartas D´Amor -José Maria Eça de Queirós
Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo
Casa Velha -Machado de Assis
Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
Charneca Em Flor -Florbela Espanca
Cícero -Plutarco
Cinco minutos -José de Alencar
Cinco Mulheres -Machado de Assis
Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis
Conto de Escola -Machado de Assis
Conto de Inverno -William Shakespeare
Contos Avulsos -Alcântara Machado
Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
Contos Fluminenses -Machado de Assis
Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto
Contos -José Maria Eça de Queirós
Contos para Velhos -Olavo Bilac
Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco
Coriolano -William Shakespeare
Cortiço -Aluísio de Azevedo
Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
Dentro da noite -João do Rio
Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
Dicionário -Machado de Assis
Diva -José de Alencar
Divina Comedia -Dante Alighieri
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Don Quijote -Miguel de Cervantes
Don Quixote -Miguel de Cervantes
Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
Édipo-Rei -Sófocles
El Arte de la Guerra -Sun Tzu
Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac
Enfermeiro -Machado de Assis
Esaú e Jacó -Machado de Assis
Espelho -Machado de Assis
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
Eu -Augusto dos Anjos
Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
Farsa do Velho da Horta -Gil Vicente
Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
Felicidade pelo Casamento -Machado de Assis
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
Hamlet -William Shakespeare
Helena -Machado de Assis
História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis
Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis
Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto
Iliada -Homero
Iluminuras -Arthur Rimbaud
Iracema -José de Alencar
Iracema -José de Alencar
Júlio César -William Shakespeare
Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana
Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
Livro da Lei -Aleister Crowley
Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde
Livro de Mágoas -Florbela Espanca
Livro De Sóror Saudade -Florbela Espanca
Livro D'ele -Florbela Espanca
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
Lucíola -José de Alencar
Macbeth -William Shakespeare
Medida Por Medida -William Shakespeare
Memorial de Aires -Machado de Assis
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
Mensagem -Fernando Pessoa
Minha formação -Joaquim Nabuco
Missa do Galo -Machado de Assis
Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
Mulato -Aluísio de Azevedo
Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
Noite de Almirante -Machado de Assis
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
O Alienista -Machado de Assis
O Ateneu -Raul Pompéia
O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
O Dicionário -Machado de Assis
O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac
O Enfermeiro -Machado de Assis
O Espelho -Machado de Assis
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
O Guarani -José de Alencar
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto
O LIVRO D´ELE -Florbela Espanca
O Livro da Lei -Aleister Crowley
O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde
O Mercador de Veneza -William Shakespeare
O Mulato -Aluísio de Azevedo
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
O que é o Casamento? -José de Alencar
O Sertanejo -José de Alencar
Obras Seletas -Rui Barbosa
Odisséia -Homero
Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
Os Sertões -Euclides da Cunha
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Pai Contra Mãe -Machado de Assis
Papéis Avulsos -Machado de Assis
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
Poemas Humorísticos e Irônicos -João da Cruz e Sousa
Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
Poemas Malditos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
Poemas -Safo
Poemas Selecionados -Florbela Espanca
Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
Poética -Aristóteles
Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
Quincas Borba -Machado de Assis
Redondilhas -Luís Vaz de Camões
Rei Lear -William Shakespeare
Reliquiae -Florbela Espanca
Ricardo III -William Shakespeare
Romeu e Julieta -William Shakespeare
Schopenhauer -Thomas Mann
Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
Senhora -José de Alencar
Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira
Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
Sonetos -Luís Vaz de Camões
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
Tito Andrônico -William Shakespeare
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
Ubirajara -José de Alencar
Ulysses -James Joyce
Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud
Uns Braços -Machado de Assis
Utopia -Thomas Morus
Várias Histórias -Machado de Assis
Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
Via-Láctea -Olavo Bilac
Vozes d´África -Antônio Frederico de Castro Alves

Sugestões de Rui Mendes, por e-mail.

2.1.08

FUNARTE - Dá pra acreditar?

Recebemos por e-mail várias reclamações refrentes ao concurso Bolsa da Criação Literária da FUNARTE.
Triste é conferir que as queixas multiplicam-se a cada concurso promovido por esta instituição.
Um e-mail chamou-nos a atenção por trazer tudo o que já foi publicado sobre o referido concurso, que transcrevemos aqui com a intenção de alertar a classe artística. E vem aí o concurso de Marchinhas de Carnaval... Da FUNARTE... Dá pra acreditar?

Bolsa de Criação Literária da FUNARTE

Escândalo Literário (Mais um) - Ação entre amigos?!.

Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2007

Lista suja da Funarte

À respeito da Bolsa de estímulo à criação literária da Funarte, cujo prazo de inscrição encerrou-se no dia 10/12 e os resultados já estavam publicados no Diário Oficial no dia 13/12!
Nota 1: 500 trabalhos foram inscritos!!
Nota 2: eram em número de cinco os julgadores!!!
Nota 3: a célere comissão julgadora: Sylvia Cyntrão, Gabriel Arcanjo Santos de Albuquerque, Cristina Bielinski Ramalho, Frederico Tavares Bastos Barbosa e Fabrício Carpinejar

Direto do site do Cronópios*:

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A publicação da matéria no jornal O Globo, em 23 de dezembro, amplia o espaço de discussão, mas a resposta dos jurados não dirimiu minhas dúvidas (ou certezas?).Gostaria de saber de que forma os jurados da Bolsa Funarte de Incentivo à Literatura avaliaram, em reduzido tempo,
os trabalhos inscritos no último prazo (10/12/07), se havia acúmulo de tantos outros? O resultado saiu em D.O. dois dias depois! Mesmo que esta proeza tenha sido realizada, como crer que meu projeto, (entre outros de igual importância), foi analisado com o esmero e o respeito
que dediquei à sua elaboração e ao prêmio? Trabalhei, durante madrugadas, na elaboração minuciosa do vasto material, para cumprir o prazo. Enviei, além do currículo COMPROVADO, sete exemplares de livros e cinco DVD`s (síntese da minha carreira) que não serão devolvidos. Mais de 500 páginas encadernadas. Imprimi ao meu sonho energias intelectual, física e emocional inumanas. Jamais participaria se soubesse que o resultado seria definido dois dias após o prazo máximo da inscrição.

CARMEN MORENO é escritora carioca. Publicou: Diário de Luas (Rocco), Sutilezas do Grito (Rocco); O Primeiro Crime (Rocco) e O Estranho (Fivestar).

E-mail: carmenmoreno2@gmail.com

Quarta-feira, 26 Dezembro, 2007

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Essa da Funarte...

... é brincadeira. Caras, que papo é esse? Em três dias a comissão julgadora (julgo que exista uma) leu, analisou, e deu mérito (de ser contemplado ou não) para mais de 500 trabalhos?
Só pode ser brincadeira...
(postado por Ana Peluso<anapeluso@gmail.com> - em 21/12/2007)

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Pois é seu Zé, sei não !
O comentário de Ana Peluso sobre a comissão julgadora da Funarte ler, analisar e conceder mérito de 500 trabalhos em três dias, só me dizer: pois é seu Zé, sei não".
(postado por FRANCISCO CARLOS PONTES<cloris-carlos@uol.com.br> - em 22/12/2007)

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A discussão não é bizantina

Trata-se do uso do dinheiro público. O julgamento dos projetos literários à Bolsa Funarte se fez em 24 horas, pois o seu resultado foi encaminhado a 48 horas do fim do prazo. Na melhor das hipóteses. É uma questão aritmética: o DOU não recebe textos à noite da véspera da edição. E o resultado das Bolsas Literárias estava publicado em 13.12.2007.
(postado por Urariano Mota<urarianoms@uol.com.br> - Olinda em 25/12/2007)

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João amava Teresa que amava Raimundo que...

Aliás, na Comissão da Bolsa da Petrobrás estavam Flora Süssekind e Marcos Siscar... A primeira é co-autora de Azevedo, o último edita a Revita Inimigo Rumor com.... Carlito Azevedo! E foi publicado na Revista Cacto de... Eduardo Sterzi (outro ganhador da mesma bolsa Petrobrás) que também organizou o livro "Do céu do futuro" em co-autoria com Flora Süssekind e Marcos Siscar, seus "imparciais" julgadores! E uma busca rápida na Internet (Google!) revela várias
relações de outro premiado, Heitor Ferraz, com os mesmos Carlito Azevedo, Flora Süssekind e Marcos Siscar. Mas então? Como escapar dessa "Quadrilha"? Flora que amava Carlito que amava Eduardo que amava Marcos que amava Heitor... e amavam todos a bolsa da Petrobrás!
(postado por Fausto Gatti<fausto@humanoid.net> - em 22/12/2007)

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http://oglobo.globo..com/blogs/prosa/post.asp?cod_post=84729

Anunciados ganhadores das bolsas
PublishNews - 20/12/2007

Dez escritores, dois de cada região do País, foram contemplados com a Bolsa Funarte de Estímulo à Criação Literária. Foram enviados 495 projetos. Cada autor receberá R$ 30 mil para desenvolver o projeto apresentado até julho de 2008. Os contemplados, por região são:
A Igreja, de Marco Antônio Adolfs (Manaus/AM) e Condomínio Poético, de Joesér Álvares da Silva (Porto Velho/RO), do Norte; Agudo como Mordida, de Julya Santana de Vasconcelos (Recife/PE) e O Relato de Prócula, de Waqldemar José Solha (João Pessoa/PB), do Nordeste;
Segredo de Estado, de Jason Tércio (Brasília/DF) e 68 Motivos de 68, de Luiz Arthur Toríbio (Brasília/DF), do Centro-Oeste; Fera Bifronte, de Cláudio Alexandre de Barros Teixeira (São Paulo/SP) e O Cronista Imaginário, de Luís Antônio Giron (São Paulo/SP), do Sudeste; O
Equilíbrio do Dia, de André Henrique Dick (Novo Hamburgo/RS) Sinuca embaixo d'Água, de Carolina Bensimom Cabral (Porto Alegre/RS), do Sul.
(postado por Cronopios<redacao@cronopios.com.br> - em 20/12/2007)

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O ESTRANHO RESULTADO DA BOLSA FUNARTE

Pessoal, do poeta e ex-presidente do Sindicato dos Escritores (até 2007)

Meus amigos,

Mais uma vez, os estranhos caminhos da premiação literária nesse país ganha contornos obscuros. A FUNARTE lançou este ano um prêmio de Bolsa Literária cujo prazo se esgotava no dia 10 de dezembro. O edital, por si só, era de uma burocracia felliniana ou de um sadismo a toda prova. Pois bem, centenas de escritores, entre eles a contista, poeta e romancista, Carmen Moreno (que, indignada, me envia o e-mail cujo teor segue adiante), depois de passar por esse teste kafkiano, que era ultrapassar a barreira dos xeroxes e impressões de textos, com toda a "gastança" que isso impõe, acreditou no Edital e no bom nome da Funarte, e, no último dia de prazo, após um esforço hercúleo com as papeladas exigidas, deixou seu trabalho por lá. Para seu
espanto, soube que o resultado sairia DOIS!!!!! dias depois! E se perguntou: como é que um júri pode ler tantos trabalhos, sem qualquer tipo de isenção, e a Funarte publicar no Diário Oficial o resultado com apenas dois dias? E começaram as dúvidas não só dela, mas de vários concorrentes, culminando com a reportagem saída no O Globo, no dia 23 de dezembro.

A indignação e a humilhação da escritora Carmen Moreno não é só dela. Pertence a todos nós, escritores, que ainda acreditamos que o nosso país pode caminhar para a frente com o mínimo de responsabilidade e dignidade.

A Cultura - essa "coisa" para alguns tão abstrata - não pode ser tratada com tamanho desprezo e descaso. É preciso que a Funarte venha a público esclarecer esse obscuro caso e ponha luz em nossas mentes decepcionadas.

Peço a gentileza de divulgarem essa carta, para que algo de proveitoso se tire desse estranho fato.
Cordialmente, Tanussi Cardoso

Abaixo, carta da escritora Carmen Moreno:

Amigos escritores,

Divulguem este e-mail, se possível, por favor. O Globo Online - Prosa e Verso e outros sites estão debatendo o assunto.

Obrigada.
Abs,
Carmen Moreno

BOLSA LITERÁRIA DA FUNARTE: ESTRANHA AVALIAÇÃO

A publicação da matéria no jornal O Globo, em 23 de dezembro, amplia o espaço de discussão, mas a resposta dos jurados não dirimiu minhas dúvidas. Ou certezas? De que forma os jurados da Bolsa Funarte de Incentivo à Literatura avaliaram, em menos de dois dias, os trabalhos
inscritos no último prazo (10/12/07), se havia acúmulo de tantos outros? O resultado saiu em D.O. dois dias depois!

Cinco jurados avaliaram 484 projetos em apenas três dias. Mesmo que esta proeza tenha sido realizada, como crer que meu projeto, (entre tantos de igual importância), foi analisado com o esmero e o respeito que dediquei à sua elaboração e ao prêmio?

Trabalhei, durante madrugadas, na elaboração minuciosa do vasto material solicitado, para cumprir o prazo. Enviei, além do currículo COMPROVADO, sete exemplares de livros e cinco DVD`s (síntese da minha carreira) que, segundo o edital, não serão devolvidos. Mais de 500 páginas encadernadas. Imprimi ao meu sonho energias intelectual, física e emocional inumanas. Jamais participaria se soubesse que o resultado seria definido dois dias após o prazo máximo da inscrição.

Esta questão diz respeito não só aos escritores, mas a todas as pessoas que lutam por transparência e Justiça neste País.

CARMEN MORENO é escritora carioca. Publicou: Diário de Luas (Rocco), Sutilezas do Grito (Rocco); O Primeiro Crime (Rocco) e O Estranho (Fivestar).

E-mails: carmenmoreno2 (gmail)


Carmen Moreno
Escritora, carioca, já publicou diversos gêneros: romances, dramaturgia, contos e poemas. Diário de luas (romance) e Sutilezas do grito (contos), dois de seus títulos mais prestigiados, por exemplo, foram lançados pela Rocco. Carmen recebeu 19 prêmios literários, entre eles a Bolsa de Incentivo ao Escritor Brasileiro e de Desenvolvimento de Roteiros Cinematográficos de Longa Metragem; e teve também diversos poemas encenados nos espetáculos Amor feminino plural, Ambulâncias na contramão, O último bolero e Palavra de ator.

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22.12.07 :::

Bolsa FUNARTE 2007, ou A Apoteose da Escrotidão

A escrotidão, a mesquinharia, a ação entre amigos, e todo o tipo de pequeneza que o partido de lulla implantaram no poder podem ser testemunhados no resultado do Prêmio FUNARTE 2007. As informações estão na INTERNET:

"Bolsa para quem?" - Ana Beatriz Guerra

"Saiu no Diário Oficial de ontem e foi divulgado com pouco estardalhaço o resultado da cobiçada Bolsa Funarte de Incentivo à Criação Literária. Para finalizar em seis meses o projeto de um livro, os contemplados faturarão R$ 30 mil, descontados os impostos devidos, após assinar contrato com o órgão. Até aí, nada. Sem querer desmerecer aqueles que têm mérito, como, por exemplo, a colega de blog Carol Bensimon, não pude deixar de notar na lista o nome Luiz Arthur Toríbio que, até abril do ano passado, era chefe da assessoria de comunicação social do Minc.

Segundo o artigo 2.2 do edital, ficava vetada a participação de membros da comissão de seleção e seus familiares, de funcionários da Funarte, do Minc, das instituições veiculadas e, ainda, de prestadores de serviços terceirizados. Um ex-funcionário, obviamente, não se aplica ao caso e não só pode como tem todo o direito de participar.

Fica no ar, porém, a velha questão dos critérios obscuros de seleção em concursos públicos como este.

Imaginem vocês como podem ser escolhidos dois candidatos por região num prazo de dois dias? Sim, porque as inscrições terminaram às 18h da segunda-feira 10 de dezembro, sendo que não seriam aceitos projetos que chegassem pelos Correios depois do prazo. O resultado, liberado na
quarta-feira 12 de dezembro, foi publicado na quinta última. Vejam vocês que o meu número de inscrição era 269 (porco no jogo do bicho) na manhã do dia 10. Enquanto eu entregava minhas pastas, chegava à Funarte uma pilha de Sedex. Digamos que, ao fim do dia, como todo bom
brasileiro só cumpre prazos nos 45 do segundo tempo, tivéssemos quinhentos inscritos. Como, em sã consciência, um corpo de jurados poderia avaliar friamente quinhentos projetos em dois dias? Como pôde, aliás? Aí reside o mistério que nem centro de mesa resolve.

Esperar que editais assim nutram as necessidades do nosso mercado literário raquítico é sonhar alto demais. Será que incentivos do governo são mesmo o caminho a seguir para exercer em paz o ofício da escrita? O debate do mecenato é tão eterno quanto a arte e talvez permaneça sem conclusão enquanto predominar uma mentalidade que não leva a literatura muito a sério, que não considera que ela sirva para alguma coisa.

Não dizem que existem hoje no Brasil mais autores do que leitores? O disparate entre o que é escrito e o que se quer (ou não) ler é grande. Enquanto a literatura existir para satisfazer egos, incentivos demagógicos continuarão se fazendo necessários, sem que questões relevantes sejam trazidas à tona. Um mero "calem suas bocas".

Confesso que sonhei com a boquinha, a conta bancária mais polpuda para sentar e, finalmente, terminar meu romance. É, eu sou ridícula. E não somos todos? Inveja. Dor-de-cotovelo, vocês vão dizer. Talvez. Mas, diante de um cenário que não premia exclusivamente talento, que premia sim a arbitrariedade, o fruir estético, o ócio criativo, o exercício pelo exercício não existem. Literatura de mercado também precisa apresentar resultados, cumprir padrões, encerrar-se num formato, quase numa plataforma de governo. Afinal, como justificar o uso de recursos públicos?

Soluções que agradem a todos são impossíveis. As que desagradam, no entanto, parecem ser mais democraticamente distribuídas. Novos editais virão e, quem sabe, novas injustiças."

Resultados Desanimadores - Luciano Trigo

Muita gente reclama, e com razão, que faltam no Brasil prêmios literários e outras formas de reconhecimento e incentivo ao escritor. Mas acho que o problema não é tanto a falta de prêmios e bolsas em si, mas a forma como eles são realizados, sobretudo os que envolvem
dinheiro público.

Saíram quinta no Diário Oficial da União os resultados dos prêmios literários da Biblioteca Nacional e da bolsa de incentivo à criação literária da Funarte - neste caso, os resultados saíram com uma rapidez impressionante, já que as inscrições terminaram no dia 10 de dezembro…

Pois bem, entre os premiados pela Biblioteca Nacional, com o Prêmio Sergio Buarque de Holanda, categoria Ensaio Social (coitado do Sergio Buarque!) está o livro José Genoino - escolhas políticas, de Maria Francisca Pinheiro Coelho

Ora, será que não se publicou nenhum ensaio social melhor que este no Brasil em 2007? José Genoíno não era um dos chefes do Mensalão, como foi apontado pelo próprio procurador geral da República? Será que o livro da Maria Francisca toca nesse assunto?

Já entre os contemplados com a bolsa da Funarte, que receberão R$ 30 mil cada um, está o projeto 68 motivos de 68, de Luiz Arthur Toríbio, que foi assessor de comunicação social do Minc até abril de 2006.

Talvez o projeto do Toribio seja até meritório, não duvido, mas não fica estranho a Funarte, um órgão do próprio Minc, premiá-lo? Ainda mais se pensarmos que o resultado saiu 48 horas após o fim das inscrições? Ora, a inscrição incluía obrigatoriamente trechos do livro em produção. Será que a comissão julgadora teve tempo de avaliar as centenas (talvez milhares) de obras enviadas? Duvido muito.

Resultados desanimadores para quem insiste em se dedicar à literatura. Bater na porta das editoras é cada vez mais inútil; mesmo quando se consegue publicar, as livrarias não expõem; mesmo no caso em que o autor é apadrinhado por alguma estrela e recebe atenção da mídia,
vende muito pouco. Aí aparecem os prêmios e bolsas, que poderiam servir de consolo, mas o brilho nos olhos dura pouco: os critérios de seleção são incompreensíveis em alguns casos, ou compreensíveis até demais, em outros.

A lista completa de premiados, incluindo as comissões julgadoras, está no link. Olhando bem, devem aparecer outros absurdos.

PS. Complementando: Maria Francisca é co-autora de um livro sobre a Bárbara Freitag (Itinerários de Bárbara Freitag, UnB, 2005), que fez parte da comissão que premiou a Maria Francisca. Ação entre amigas? Êta, Brasil…

PS2. A vencedora da categoria melhor romance de 2007 foi Idalina Azevedo Silva (quem?), pelo livro O tempo físico. Na comissão que a premiou, seu colega do departamento de Letras da UFRJ, Manuel Antônio de Castro, que justificou a escolha pelo "modo de narrar aliciante" e
por uma "oralidade muito difícil de realizar". Dizer o quê? Segue a sinopse fornecida pela editora de O tempo físico, o melhor romance do ano segundo a Biblioteca Nacional:

Em uma degustação rápida de leitura do livro O Tempo Físico da autora Idalina Azevedo da Silva, o leitor se vê envolvido com o curso e o percurso de Maria, sua infância e adolescência, sua fase adulta e, finalmente, a experienciação mais palpável de que é uma peregrina no tempo, pelo advento da morte de muitos daqueles que constituíram seu mundo. Se ficasse aí não haveria muita novidade, pelo contrario, isso se torna o previsível para cada um de nós. Porém, aí não passamos ainda do tempo cronológico. Mas há outros, e estes estão nos interstícios da sua obra, convidando e provocando os leitores mais exigentes, que queiram um alimento mais substancial.

Jóia literária - José Pires

Maria Francisca Pinheiro Coelho foi contratada sem concurso para fazer um servicinho para o governo Lula. Vai prestar "serviço de especialista em sociologia política" e editar um livro com os anais de um seminário sobre reforma política. Por dois meses de trabalho ela ganhará 14 mil reais. Maria Francisca é a autora de uma biografia autorizada do deputado petista José Genoíno. Isso é o que podemos chamar de livro de auto-ajuda.

posted by RODRIGO AMARAL at 5:15 PM

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Comentários

ASSIM NÃO DÁ!
Secretário de Imprensa na primeira gestão do atual ministro da Cultura,Gilberto Gil não é pouca coisa.Não se trata apenas de um simples ex-funcionário. No caso,é um cargo de confiança,de muito peso e influência.Basta ver que Luiz Arthur Turiba foi o único escritor ou poeta de Brasília selecionado pela comissão das bolsas lit.da Funarte. Só havia duas vagas ridículas para toda a região Centro Oeste.

Repito, não desmereço de forma alguma o valor da obra literária e cultural de Turiba. Acho-a notável. Penso apenas que não fica bem do ponto de vista ético essa escolha logo no primeiro concurso da Funarte. Deve haver muita gente notável da região que mandou projetos de escrita e que não foi escolhida exatamente por não ter exercido cargo de tamanha influência no MINC.
(postado por Carlos Emílio Corrêa
Lima<carlosemiliobarretocorrealima@yahoo.com.br> - Fortaleza-Ceará em 23/12/2007)

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CONSTATAÇÃO OU É OUTRA PESSOA?I

No conceito, louvável até demais a iniciativa da Funarte de abrir espaço para a lit. bras.com essas bolsas para criação literária. O problema é q 10 bolsas por ano é muitíssimo pouco.Aí a turma fica brigando por essas migalhas enormes.Isso é humilhante para um país desmesurado como o Brasil com centenas de escritores e poetas no esplendor contemporâneo de suas formas e pulsões. Tinha q dar 300 bolsas por ano,no mínimo. Aí "esquemas" quase q de praxe dos jurados
diminuiriam.Bastava trasnferir para a lit. 5% do dinheiro que as empresas estatais destinam para o audiovisual .Por que não fazem isso?Do contrário vai ser sempre o mesmo esconforto. Por exemplo: acho q o Luis Arthur Turiba,um dos ganhadores da bolsa da Funarte, de Brasília, merece ser financiado, tem valor Seu trabalho como poeta,letrista e editor de revista Bric a Brac é excelente. O problema é que ele foi secretário de imprensa do MINC, na primeira gestão do
Ministro Gilberto Gil.E já ganhou uma bolsa na primeira levada. E só são 10!
(postado por Carlos Emílio Corrêa
Lima<carlosemiliobarretocorrealima@yahoo.com.br> - Fortaleza-Ceará em 22/12/2007)

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EX-FUNCIONÁRIO PODE?
Tenho certeza q mesmo com pseudônimos a turma blefaria.Ainda de um modo mais solerte, intragável,irrevogável.Aliás, nesse caso,de qdo há pseudônimos, aí é a que a turma se comunica previamente e já vem mesmo com tudo preparado,nem lendo o material dos outros concorrentes. E se
tiver alguma atenção para com os textos q não sejam os dos componentes de sua quadrilha particular, é para surrupiar boas idéias.No cso desses 2 concursos de bolsas lit,tanto o da Petrobras( este não obrigava tbém ao pseudônimo),e q foi uma vergonha, quanto o da Funarte,o q está em jogo é o mérito,o histórico de uma obra ou o valor intrínseco de algo anunciado.O q não pode é somente escolher os textos dos amigos pessoais.E esta de um ex-recente func. do Min.da Cultura, o Luiz Arthur Turiba ,Secretário de Imprensa do Ministro Gilberto Gil,ter ganho uma bolsa da Funarte q pertence ao mesmo Ministério por sí só deveria obrigar a anulação do concurso.As cláusulas do mesmo proibem participação de func. do MINC.
(postado por Carlos Emílio Corrêa
Lima<carlosemiliobarretocorrealima@yahoo.com.br> - Fortaleza-Ceará em 23/12/2007)

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FUNARTE - BOCA NO TROM BONE
Não chamou a atenção de muita gente, mas merece ser registrado. meiotom. As inscrições da FUNARTE terminaram no dia 10 de dezembro, foram como diz notícia anterior quase quinhentos textos apresentados.

Pasmem! No diário oficial do dia 13 de dezembro, saiu a relação dos contemplados. O que é isso? Milagre? Nem com leitura dinâmica. em menos de dois dias úteis - o D.O. tem prazo para entrega de matéria - já tinham o resultado. Não participei, mas quem participou deveria questionar. Como escrevi no meiotom, se a FUNARTE me justificar, coloco explicação no mesmo espaço. Até agora, apesar de ter enviado o recado para a presidência da entidade, ninguém me respondeu, ritmo muito próprio desses órgãos, mas não para dar o resultado da Bolsa que, em minha opinião deveria ir para o livro dos recordes. carlos
pessoa rosa
(postado por carlos pessoa rosa<meiotom@uol.com.br> - em 21/12/2007)

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Funarte sob suspeita

O título deste comentário é uma gentileza, pois há mais do que mera suspeita no caso dos resultados "fast food" das bolsas Funarte de literatura. Porque é inverossímil que se possa julgar centenas de projetos literários em um par de dias. O caso clama por ser investigado pelas instâncias responsáveis, em função de se tratar de dinheiro público. Porém a apatia auto-satisfeita e auto-congratulatória do meio literário brasílico (a quem caberia
cobrar tais investigações) indica que ninguém deve se preocupar.
(postado por luis dolhnikoff<luisdkf@uol.com.br> - em 21/12/2007)

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FUNARTE sob suspeita

...iih! Não vi ninguém do Ceará, na região norte. Por favor: será que não tem nenhum cearense mesmo? Se não tiver mesmo e o Carlos Emílio chiar, ninguém reclamar, fica combinado: ninguém pode implicar com ele. Como carioca, também não vi ninguém na lista, mas vou fingir que isso não tem nenhuma importância, porque o Carlos Emílio, dessa vez, mesmo que só falar do Ceará contra o eixo vai acabar falando pelo Brasil inteiro.... aliás, pensando bem, quando ele fala do Ceará, no contra-pé da contra-dança, está falando de um Brasil literário que
anda sendi sistematicamente varrido para debaixo do tapete...
(postado por tavinho paes<tavinhopaes@gmail.com> - em 22/12/2007)

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A pergunta de R$ 300.000,00
Como 5 jurados leem 495 projetos em 3 dias? A realidade oferece duas respostas apenas: ou eh mal feito ou eh mah feh. O presidente da Funarte, Celso Frateschi, escolheu uma opçao: confirma em "O Globo" (23/12) que "o prazo da seleçao foi espremido". Prazo espremido eh
prazo pouco. Pouco, naturalmente, para que se realize a contento a tarefa em questao. Havendo pessoas intelectualmente incapazes de distinguir o que seja materia de opiniao do que seja materia de fato, cabe explicitar que se trata de materia de fato: nao se faz nada a contento com um prazo "espremido". Ocorre que o mal feito com dinheiro publico eh crime. Ponto. Isto quanto ao concurso em si. Quanto aa questao particular de Frederico Barbosa participar da premiaçao de seu notorio amigo Claudio Daniel, trata-se de uma variaçao de nepotismo.

Outra vez, isto independe de questoes ou opinioes pessoais. Em suma, a Funarte deve ser julgada legalmente, e tais individuos, moralmente. Pela coisa publica e pela vida literaria.
(postado por luis dolhnikoff<luisdkf@uol.com.br> - em 24/12/2007)

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BASTA DE MENOS!

O Tavinho tem razão.Não precisamos ser bairristas ou regionalistas urbanos ou não para constatar q grande parte da melhor literatura do pais está sendo varrida sistematicamente pra debaixo do tapete nos cursos,prêmios, encontros,bolsas e colóquios.É uma melopéia recorrente.Nesse encontro na Argentina que levou muita gente boa pra Buenos Aires(por ex:Edson Cruz,um dos editores deste site,Guilherme Zarvos,Nelson de Oliveira e outros)pra discutir a literatura brasileira em interface com a argentina(promoção tbém do Itaú dentro
do Econtros de Interrogação)não foi convidado ninguém fora do espaço sudestino.Já a Funarte quotizou por todas as regiões as bolsas literárias mas o tempo de leitura para os jurados foi exíguo.E o número de bolsas fornecido ainda mais. Um pouco mais de imparcialidade e respeito panorâmico pela literatura brasileira atual se faz necessário como estratégia cultural de consolidação do Brasil como potência literária mundial.O governo,as empresas precisam fazer mais.
(postado por Carlos Emílio Corrêa
Lima<carlosemiliobarretocorrealima@yahoo.com.br> - Fortaleza-Ceará em 22/12/2007)

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ESCLARECIMENTO

Quando coloquei a problema da FUNARTE, não questionei valores individuais, mas o processo de seleção. Pelo menos 485 participantes serviram apenas para dar um caráter oficial à distribuição das bolsas, é o que me parece ao perceber que em menos de 48 horas, entre 495
candidatos, eles conseguiram selecionar 10. Deve-se salientar o comportamento do "Literatura para Todos", ano passado, todo o processo de escolha, passo-a-passo está registrado em ata e publicado no site do Ministério. É esta transparência e comportamento ético que devemos
exigir nessas seleções, afinal é o dinheiro que sai de nosso bolso que paga tudo isso. Se o MEC consegue respeitar, qual o motivo de a FUNARTE não agir de modo igual? Tudo isso vale enquanto a FUNARTE não responder a contento à dúvida, afirmando apenas que A DECISÃO DA COMISSÃO É SOBERANA. Como não acredito nisso, a Promotoria Federal deverá sindicar e esclarecer. Carlos Pessoa Rosa
(postado por carlos pessoa rosa<meiotom@uol.com.br> - em 22/12/2007)

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VIDRAÇARIA

E vamos mais fundo:essa política de editais acabou com o mérito.Tudo entra pelo ralo, na vala comum de um democratismo segregador.Os editais de hoje não passam de concursos camuflados onde o gargalo da garrafa vai ficando cada vez menor.
(postado por Carlos Emílio Corrêa
Lima<carlosemiliobarretocorrealima@yahoo.com.br> - Fortaleza-Ceará em 22/12/2007)

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O DE SEMPRE

Bolsas de litearatura,na minha opinião,devem ser oferecidas exatamente para autores de obras experimentais e não de "obras" comerciais.Quem escreve textos comerciais já tem o apoio da mídia,das editoras e do público doutrinado pela TV. O problema dessas bolsas de literatura (q
só agora começaram mesmo a pintar) é q elas só beneficiam os poucos amigos e chegados do júri porue seu número é muito restrito.O pessoal já vem com o resultado na manga.O Governo brasileiro, através de suas entidades,organismos culturais, estatais,empresas de cárater misto,tem obrigação de fornecer no mínimo 300 bolsas literáriss por ano a escritores que não fazem literatura comercial. Em um país de milhões e milhoes de habitantes e,em se tratando da sexta economia do mundo,isso não é ainda nada diante do que se gasta a fundo perdido com o
audiovisual. No recente caso das bolsas de criação lit. da Petrobras,diante das irregularidades ,abusos e fraudes apontadas ninguém da empresa e do júri manifestou-se.
(postado por Carlos Emílio Corrêa
Lima<carlosemiliobarretocorrealima@yahoo.com.br> - Fortaleza-Ceará em 22/12/2007)

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Quando Uma Mulher Vê as Barbas do Seu Vizinho Arder, Põe o Quê de Molho? As Unhas?

Penso que o resultado da FUNARTE em dois dias é um forte indício de FRAUDE. Mas ainda não é uma prova definitiva. Afinal, teoricamente, poderiam ter contratado dez ou mais julgadores para avaliar cada projeto. Em tempo integral e dedicação exclusiva. Inclusive com plantões noturnos ininterruptos. Talvez se tratasse de uma emergência médica... quem sabe! O que mais me preocupa nesta, insisto, probabilidade altíssima de FRAUDE, é que todos os concursos oficiais
passem a ficar sob a mesma suspeição. Inclusive o "Literatura Para Todos" (do MEC). Mesmo tendo havido prazo de sobra para os julgamentos.
(postado por ray silveira<raysilveira@secrel.com.br> - Fortaleza em 22/12/2007)

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O silencio gritante dos jurados

Como o processo de seleçao das Bolsas Funarte de literatura estah sob forte suspeita, por motivos incontornaveis, o silencio dos jurados, que sao parte envolvida, torna-se incomodo. E se acaso se provar que houve, como de fato parece, manipulaçao dos resultados (ou seja, uma
seleçao previa, tornando tudo uma fraude), isso tornarah os jurados cumplices.
(postado por luis dolhnikoff<luisdkf@uol.com.br> - em 22/12/2007)

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NOVE MILHÕES DE REAIS

Este é o montante necessário para trezentas bolsas de criação literária anuais, cada uma no valor de 30 000 reais,com duração de um ano.Com isso as cartas marcadas e as ação entre amigos estariam minadas pela abundância. Quanto direta e indiretamente as empresas de
economia mista, estatais e afins, gastam por ano com o audivisual?Alguém poderia me dar a cifra exata? Gostaria de comparar com o que se gasta com a literatura propriamente dita e não na compra de livros didáticos pelo governo privilegiando somente as grandes editoras e que ocorre todo ano.Quanto se gasta com Literatura e com Cinema neste país?Vamos comparar.
(postado por Carlos Emílio Corrêa
Lima<carlosemiliobarretocorrealima@yahoo.com.br> - Fortaleza-Ceará em 22/12/2007)

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RE-CONVITE
Aliás, refaço o convite. É possivel entrar com um processo no Ministério Publico contra a FUNARTE, inclusive, anonimamente. É fácil, rápido e pode ser feito pela internet. Basta entrar no site do Ministério e procurar como fazer denúncia. Provas e argumentos contra a FUNARTE não faltam. Espero que, dessa vez, até os "caras engajados" o façam, ainda que para aparecer.
(postado por André Svevo<andresvevo@gmail.com> - em 22/12/2007)

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Agora sim, a cara de pau está sendo posta em xeque

Fico feliz que agora estejam debatendo, aqui no Café, a questão do mau uso do dinheiro publico com as bolsas literárias. Eu havia denunciado a cara de pau da FUNARTE e da FBN no mesmo dia que saiu os resultados no D.O., mas ninguém deu atenção. Anunciei, também aqui, que havia
entrado com um processo no Ministério Publico Federal contra a FUNARTE por atuação fraudulenta em licitação publica, convocando outros a fazerem o mesmo. Ninguém se manifestou por uma semana. Agora (talvez porque o Carlos Emílio esteja comentando ou porque talvez pareça cool e engajado perante ele e os outros) muitos que no dia só queriam escrever sobre sua própria obra (ignorarando deliberadamente meus comentários), fazem piadinhas inteligentes contra a FUNARTE. E aí, não espanta tamanho nepotismo e cara de pau da instituições de fomento à literatura, quando nós mesmos só somos engajados quando podemos tirar
algum proveito disso.
(postado por André Svevo<andresvevo@gmail.com> - em 22/12/2007)

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Essa da Funarte é Fúnebre
Dá pra gente se sentir um f... da p...
(postado por FRANCISCO CARLOS PONTES<cloris-carlos@uol.com.br> - em 22/12/2007)

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PERGUNTA PARA ANDRÉ SVEVO

Será que dá tempo ainda de fazer a denúncia ,de pedir uma investigação via Ministério Público das recentes petrobolsas literárias ?Já prescreveu ?Gostaria muito de entrar com uma ação .Para mim aquela comissão e o modo como agiu foi um escândalo só recentmente superado
pelo atual.
(postado por Carlos Emílio Corrêa
Lima<carlosemiliobarretocorrealima@yahoo.com.br> - Fortaleza-Ceará em 22/12/2007)

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Conversa para boi dormir!

Nossa, como esses intelectuais trabalham! Me senti até cansado, só de ler sobre a dura jornada de trabalho deles..!
(postado por André Svevo<andresvevo@gmail.com> - em 22/12/2007)

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BLOG PARALELOS e Petrobrás

Na verdade, amigo Carlos Emílio, o interesse do Globo foi instigado por um post claramente ressentido que apareceu já no dia 14 nos blogs do próprio Globo Online, o Paralelos:
http://oglobo.globo.com/blogs/paralelos/ A grande imprensa só olha para o próprio umbigo. E como você pode perceber os argumentos do post são todos fraquíssimos. Concordo totalmente com você quanto à necessidade de se ampliarem os recursos para a Literatura... mas a
chiadeira contra este concurso é claramente equivocada. Quando questionados pelo jornal, eles se manifestaram e esclareceram bem, eu creio. O mesmo não aconteceu com os jurados da Petrobrás... Flora Sussekind não é muitíssimo amiga de Carlito Azevedo? Escreveram um
livro juntos - "Vozes Femininas: Gênero, Mediações e Práticas de Escrita" FLORA SUSSEKIND, TANIA DIAS e CARLITO AZEVEDO - e a Flora Sussekind estava no jurí da Petrobrás que premiou Carlito... Os exemplos são inúmeros.
(postado por Fausto Gatti<fausto@humanoid.net> - em 22/12/2007)

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OBSERVAÇÃO ADITIVA

Acontece que quem escreveu sobre o assunto lamentando a situação instalada de uma mera ação entre amigos de talento envolvendo dinheiro público não escreveu anonimamente, assinou embaixo como todos os que participam ativamente deste café literário de Cronópios. Não houve
cartas anônimas.E faltou na matéria de O Globo explicitar em que sites e blogs a coisa prosperou.Duvido que fora de Cronópios algum site tenha publicado qualquer coisa em tempo on line.Vamos apostar?Eles estão respondendo ao que está acontecendo aqui,neste momento, no mais lido e acessado site/revista/jornal literário eletrônico do país.É porque a discussão está grassando daqui de Cronópios que eles tiveram que responder.
(postado por Carlos Emílio Corrêa
Lima<carlosemiliobarretocorrealima@yahoo.com.br> - Fortaleza-Ceará em 22/12/2007)

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CORREÇÃO

O post com o qual concordo é aquele em que o Cralos Emílio diz que é preciso "o governo parar de dar migalhas e realmente começar a implantar uma política de fomento à literatura nacional". Com essa história de direito de resposta não concordo, pois os jurados apenas relataram o ocorrido e não agrediram ninguém.
(postado por Fausto Gatti<fausto@humanoid.net> - em 22/12/2007)

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Concordo!

Não há de que, Carlos Emílio. Concordo totalmente com seu último post. Ao invés de ficarem brigando sobre a rapidez ou demora de julgamnetos, escolha deste ou daquele escritor, os escritores deveriam se unir TODOS para pressionar por mais verbas. Um dia ouvi um secretário de cultura da cidade de São Paulo dizer publicamente que o Teatro tem mais verba do que a Literatura porque os atores e diretores se articulam e fazem passeata na frente da Secretaria! Conhecem o velho ditado? Quando falta pão, todo mundo briga e ninguém tem razão. Os escritores precisam se unir como são unidos os editores (a CBL está em tudo!) e os outros artistas. Desculpe o jogo de plavras, mas enquanto o Circo leva milhões do MinC, os escritores fazem papel de palhaço!
(postado por Fausto Gatti<fausto@humanoid.net> - em 22/12/2007)

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ESTÁ FALTANDO O TROCO DA CONTA

Falta agora o jornal O Globo dar direito de resposta aos acusadores e reclamantes.É lei de imprensa.Tem que ser cumprida.Vamos lá?Ou continuam os velhos hábitos de antes da internet literária?
(postado por Carlos Emílio Corrêa
Lima<carlosemiliobarretocorrealima@yahoo.com.br> - Fortaleza-Ceará em
22/12/2007)

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SUGESTÂO NÃO-HIPNÓTICA

Desculpem os erros de digitação do texto anterior mas é que estou escrevendo sem óculos.Aproveito aqui então para agradecer a presteza amiga de Fausto Gatti ao me enviar rapidamente a matéria publicada em O Globo.Continuo apontando uma solução para ultrapassarmos esse extenuado estado da ética nesse campo das bolsas literárias: o governo
parar de dar migalhas e realmente começar a implantar uma política de fomento à literatura nacional frente ao estado escatológico e ditatorial do mercado de marcadas cartas do mundo editorial "brasileiro" e de suas comissões julgadoras.Caso um décimo do dinheiro que se destina ao audiovisual e às grandes editoras fosse repassado aos verdadeiros e únicos criadores da literatura com uma grande quantidade de bolsas literárias certas ações deslizantes e glissantes
demais não precisariam mais ocorrer como agora tem sido uma constante com esse gargalo de poucas vagas para muito talento espalhado e segregado.
(postado por Carlos Emílio Corrêa
Lima<carlosemiliobarretocorrealima@yahoo.com.br> - Fortaleza-Ceará em
22/12/2007)

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TEMPOS DE INTERNET LITERÁRIA PRODUZEM NOVOS COMPORTAMENTOS NA IMPRENSA LITERÁRIA DE PAPEL

Pasmo estou,pasmo ficarei.Mas já há uma evolução.Acabo de ler a matéria de O Globo com a justificativa dos jurados da Funarte.Inacreditável!Todas as justificativas são subjetivas!Mas já é
um bom sinal porque há meses qdo do outro resultado suspeitissimo das bolsas de Criação Literária da Petrobrás o júri nem sequer manifestou-se na chamada grande imprenssa q agora tem que respónder aos clamores dos sites literários e dos blogs, coisa que não aconteceira jamais antes da internet ser ocupada pela literatura e pela liberdade de expressão.Diante das justificativas do júri(a de Frederico Barbosa defendendo seu voto em seu parceiro e amigo Cláudio Daniel é digna,no mínimo, de um aprofundado estudo estilístico)resta exigir da direção da Funarte a publicação on line de todos os projetos que concorreram para ver os nomes dos escritores e poetas e seus projetos de livros q foram rejeitados porque de qualidade inferior aos
dos dez aquinhoados.Vão ou não vão publicar a lista dos rejeitados?
(postado por Carlos Emílio Corrêa
Lima<carlosemiliobarretocorrealima@yahoo.com.br> - Fortaleza-Ceará em
22/12/2007)

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Ministério 2
Quanto a questão da Petrobrás, eu não saberdia dizer. Mas não custa tentar.
(postado por André Svevo<andresvevo@gmail.com> - em 22/12/2007)

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Ministério

Carlos Emílio, basta entrar no site: http://www.prrj.mpf.gov.br/ e depois ir em seviço > denuncias. Lá explica direitinho e a denuncia pode ser anônima. É eficaz, segundo uma pessoa que trabalhou lá. Eles levam o caso mesmo adinate e investigam (te dão um numero de protocolo
com o qual vc pode acompanhar o caso). É preciso apresentar toda a argumantação e, se possível, provas (notas de jornal, D.O. etc) P.S: tentei entrar agora e o site está fora do ar. Deve ser momentâneo, mas pode ir que é batata! Abraços
(postado por André Svevo<andresvevo@gmail.com> - em 22/12/2007)

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RESPOSTA JURADOS

OPINIÃO DO EDITOR DO MEIOTOM À RESPOSTA DADA PELOS JURADOS EM
http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/post.asp?cod_post=84729: Acho o tempo dedicado à avaliação irrisório, e que a pressa poderia prejudicar a decisão, mesmo tendo participado dela pessoas com vasto currículo acadêmico e literário, mas o fato é da consciência dos jurados. Seria muito mais interessante que, ao invés de se fazer uma avaliação na correria, tudo fosse realizado de um modo mais criterioso, inclusive com atas, como faz o LITERATURA PARA TODOS do
MEC, que já afirmei e reitero, ano passado, foi de uma postura invejável quanto ao respeito dado aos participantes, publicando as análises até a escolha final. Carlos Pessoa Rosa
(postado por carlos pessoa rosa<meiotom@uol.com.br> - em 22/12/2007)

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ESPETÀCULO IMOTIVO

Textos da madrugada devem ser corrigidos.
(postado por Carlos Emílio Corrêa
Lima<carlosemiliobarretocorrealima@yahoo.com.br> - Fortaleza-Ceará em
23/12/2007)

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ESETÁCULO IMOTIVO

Em tempos recentes, os intelectuais eram suportes éticos de comportamento para a sociedade... Eram modelos, exemplos, vitalidades exemplares.Hoje, uma confraria tentacular infiltra-se em quase todos os júris, curadorias,comissões julgadoras, direções de eventos, editorias, onde estiver o ralo dinheiro minguado que o governo e certas empresas dignas de "nota" destina para a literatura.Os intelectuais que dela hoje fazem parte não servem de exemplo à nação.Os jovens assistem, estupefatos, a uma fantasmagoria de conchavos,troca-trocas e vilezas de uma geração desconstruída de talentosos canalhas.
(postado por Carlos Emílio Corrêa
Lima<carlosemiliobarretocorrealima@yahoo.com.br> - Fortaleza-Ceará em
23/12/2007)

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Poética=política+ética
Pelo menos deveria ser. Engraçado que a estética, nessa fórmula, nem aparece...
(postado por eliana pougy<pougy@uol.com.br> - são paulo em 23/12/2007)

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Filhos da p... sim

Meu caro João Carlos, o que o Carlos Emílio e eu estávamos pondo em jogo, não era a natureza dos editais nem fazíamos generalizações. Apenas nos questionávamos como essa instituição, a do nepotismos, a do "homem cordial", a do amiguismo pregada por aberrações como Alberto
Pucheu, Caio Meira e seus pela sacos, se infiltrou de maneira tão voraz entre os intelectuais - burgueses falidos querendo sobreviver a custa dos farelos que o pouco que há de civilização instituída no Brasil possa oferecer. Aqui, tudo é tão precário que até o carater anda escasso. E se posso ser um pouco mais enfático, SIM, são filhos da puta sim, porque se reunem em barzinhos de jazz na Zona Sul do Rio para arrotar, na cara dos meninos de rua, toda sua erudição,
influência, a fumaça do seu charuto e o status de intelectual. E a questão que fica é: como ser ético num país de miseráveis analfabetos, se nem a própria mãe eles respeitam?
(postado por André Svevo<andresvevo@gmail.com> - em 23/12/2007)

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Comigo não, violão nº 2 ou Ocasiões podem fazer ladrões

Para não ser sempre o advogado do diabo (embora o tinhoso mereça um advogado nesse mundo de santarrões) deixo aqui umas sugestões sobre concursos. O problema é menos da honestidade dos jurados que dos editais. Concurso que se preza se faz com pseudônimo, e currículo em
envelope lacrado aberto DEPOIS da premiação. Assim se dificulta bastante o apadrinhamento. O currículo não deve ser julgado, apenas a obra, pois um concurso literário não deve servir à reserva de mercado de mauricinhos do mundo acadêmico. Ainda mais com dinheiro público
(quando for o caso). Entretanto o sigilo e o pseudônimo impediriam também as cotas regionais, que combato ferrenhamente, mas outros tantos não. Concordo também plenamente que os candidatos e seus projetos sejam divulgados DEPOIS da premiação, afinal um pouco de
transparência não faz mal a ninguém. É o mínimo de satisfação à opinião pública que se pode dar. Esses concursos no MinC não é de hoje q não merecem crédito: uma ação entre amigos.PT saudações.
(postado por João Carlos Rodrigues<jcrodrig@terra.com.br> - em 23/12/2007)

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Comigo não, violão

Será que por que trabalhei nos anos 80 com o Carlos Emílio na Rioarte estou definitivamente alijado de participar de um júri onde ele seja concorrente? Ou vice versa? Será que somos todos potencialmente desonestos e canalhas? Comigo não, violão. Quem entra num concurso
pode perder e na inscrição geralmente há uma cláusula onde se diz que o júri é soberano. Entra quem quer. Eu não entro, mas se entrasse, acataria. Hoje em O Globo há mais um capítulo dessa chorumela sobre o concurso da Funarte, com as explicações (bem esfarrapadas) dos
jurados. Achei pior o resultado da Biblioteca Nacional. Mas daí a achar que todo mundo é f.d.p. há uma boa distância. Pra mim ser escritor não é profissão, mas atividade. Machado, Artur Azevedo, Lima Barreto, Guimarães Rosa viviam de suas profissões e escreviam por
prazer.Escritor profissional é coisa do mercado, só uns poucos vivem de literatura. Sejam marginais, sejam heróis - diria o Hélio Oiticica.E arranjem um emprego, por favor.
(postado por João Carlos Rodrigues<jcrodrig@terra.com.br> - em 23/12/2007)

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Violência gera caráter

Eu acho toda violência bem vinda, quando se trata de intelectuais sem caráter. Atos de cretinismo, como essa putaria entre os ganhadores e juri das bolsas Petrobrás e Funarte, seria mais dificil de acontecer, se instituíssemos o linchamento publico de intelectuais de araque (O
empalamento seria opcional). Essa gente sem mãe, precisa tomar vergonha na cara a base de porrada. E se não desse jeito, socar até a morte. Eles iam pensar duas vezes antes de instituir o nepostismo de sempre.
(postado por André Svevo<andresvevo@gmail.com> - em 23/12/2007)

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Jurado condenado (moralmente)

Minhas diferenças literarias com Frederico Barbosa sao publicas (friso o "literarias", pois nao o conheço pessoalmente, apesar dos amigos em comum). Mas fatos sao fatos. E um dos muitos fatos incontornaveis do recente escandalo das bolsas Funarte de literatura eh que a seleçao
nao adotou o uso de pseudonimos para os concorrentes. Do lado da organizaçao, denota incuria ou ma-feh, e nenhuma das alternativas eh boa. Do lado dos jurados, a justificativa de Barbosa apenas piora o quadro: "Seria dificil os escolhidos nao terem algum tipo de relaçao comigo". Barbosa tenta se defender assim da acusaçao de favorecimento a seu amigo Claudio Daniel ("Como 5 jurados leram 484 projetos em 3 dias", "O Globo", 23/12). Neste caso, a isençao pessoal eh objetivamente impossivel. E se o eh, a boa moral impoe a abstençao.

Nao se pode julgar a favor de um amigo e pretender isençao, principalmente quando se trata de o beneficiar com dinheiro publico. O resto eh tergiversaçao.
(postado por luis dolhnikoff<luisdkf@uol.com.br> - em 23/12/2007)

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A única ação possível

Na verdade, atitudes antiéticas sempre existiram no campo artístico.

Compadres ajudam compadres desde que o mundo é mundo porque é assim que funcionamos: somos pequenos e vulgares. Mas, o problema que se desenha hoje, em tempos globalizados, é que, em 1o. lugar: a censura acabou, em 2o.: a participação na imprensa se tornou mais democrática e em 3o.: ninguém aguenta mais a corrupção. O que fazer, então?

Proponho o boicote, total e absoluto, a essas premiações e bolsas. E a crítica ferrenha a quem participa delas. Penso ser essa a única ação estética e política que nos resta. Precisamos pensar em outras formas de sobrevivência na pólis. Já fomos sustentados pela Igreja, pela Aristocracia, pelos Burgueses (ainda somos). Agora, está na hora da população nos reconhecer e nos aceitar sem intermediações. Os artistas, os poetas entre eles, precisam fazer parte da vida cotidiana
das pessoas para poderem trocar seus produtos poéticos e estéticos por casa, comida, roupa, etc. Esse é o problema.
(postado por eliana pougy<pougy@uol.com.br> - são paulo em 23/12/2007)

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Que País Este?

Francelino Pereira mais atual do que nunca. De fato! Ontem, depois que li a ATA do julgamento do Concurso "Literatura Para Todos - 2006", custei a acreditar. A impressão que tive foi a de que acabara de ler o relatório de um Concurso Literário realizado na Suíça. Agora fica muito mais difícil de explicar. Por que duas instituições oficiais, de um mesmo Governo, agem de maneiras tão discrepantes?
(postado por ray silveira<raysilveira@secrel.com.br> - Fortaleza em 23/12/2007)

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o problema maior é do patrocinador

Acho que não se deve partir para o lado pessoal. Prefiro discutir o concurso em si. Em ética, falamos em conflito de interesses quando há possibilidade de um julgamento não representar a verdade por relacionamento entre os envolvidos. Por exemplo, um congressista que
vai falar de determinado tratamento deve trazer em sua apresentação a informação de conflito de interesses caso trabalhe para o laboratório - é norma. Em um julgamento profissional devemos informar conflito de interesses para justificar nosso afastamento do caso. Assim deve agir quem julga, inclusive deixando registrado o fato. Se vou julgar o trabalho de um filho, como posso me isentar? Então, volto a reforçar, o MEC foi exemplar nisso no ano passado, e posso dizê-lo tendo ficado até o final da avaliação e não ter levado. Quem levou mereceu, eu mesmo teria escolhido o premiado. Portanto, se a FUNARTE agisse com critério, exigisse pseudônimo, evitaria problemas aos concorrentes e aos jurados.
(postado por carlos pessoa rosa<meiotom@uol.com.br> - em 23/12/2007)

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Jurado condenado 4

Nao obstante o caso particular de Frederico Barbosa, envolvido com o escandalo de ter participado de um juri (bolsas Funarte) que premiou com dinheiro publico um notorio amigo seu, Claudio Daniel, a questao, infelizmente, nao se restringe absolutamente aa pessoa de Barbosa,
como fica explicito pela materia-denuncia de hoje em "O Globo" ("Como 5 jurados leram 484 projetos em 3 dias").
(postado por luis dolhnikoff<luisdkf@uol.com.br> - em 23/12/2007)

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Jurado condenado 3

Em nome da clareza: a condenaçao moral (no sentido da etica) nao eh como a condenaçao legal. Uma das diferenças eh que a mera suspeiçao quanto aa lisura etica de um procedimento eh, em si, uma forma de condenaçao. Por este motivo existem mecanismos para colocar certos procedimentos acima de qualquer suspeita, o que absolutamente nao foi feito, muito ao contrario, no caso das bolsas Funarte de literatura.

Por esse mesmo motivo se dah a efetiva condenaçao moral de um jurado como Frederico Barbosa, ademais tornado indefensavel por sua propria tentativa inepta de defesa, que, neste caso, serve outrossim como prova.
(postado por luis dolhnikoff<luisdkf@uol.com.br> - em 23/12/2007)

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Lógica da moral ou Chamem o caricaturista

Como funciona esse mecanismo democrático de participação artística? Todos podem participar, todos podem se inscrever a um preço irrisório, todos serão "verificados" em 3,5 segundos, mas, caso vocês NÃO sejamdogrupodeamigos + tenhamcurrículossignificativos + tenhamparticipadodoseventosadequados, e nem demonstrem vocação para tal, saibam, VOCÊS ESTÃO FORA DA JOGADA! Além disso, caso vocês insistam e reclamem, eles vão envergonhar vocês, vão humilhar vocês, vão jogar vocês na vala dos autores da 2a. ORDEM, ou seja, vão fazer
de tudo para vocês ficarem caladinhos. Acho que essa lógica não pode, nem deve, colar mais.
(postado por eliana pougy<pougy@uol.com.br> - são paulo em 23/12/2007)

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Jurado condenado 2

Fui um dos concerrentes aas bolsas Funarte de literatura. Ao contrario do que alguns argumentos miopes propoem nessas ocasioes, isto, tanto em termos morais quanto legais, me dah nao apenas o direito, como o respaldo do interesse justificado e justificavel, para questionar tudo o que for questionavel em tal concurso. O que, neste caso, nao eh
pouco.
(postado por luis dolhnikoff<luisdkf@uol.com.br> - em 23/12/2007)

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Há emendas piores que o próprio soneto

Para corrigir um erro a solução não é apelar para o autoritarismo preventivo. Claro que o cara, se é ex-funcionário, pode se candidatar sim. Quem não pode é o funcionário e isso devia estar bem claro no edital, e mesmo um ex só deveria depois de uma quarentena. Digamos um ano, se for do mesmo ministério. É bem razoável. Outra: seria preciso que um candidato conheçesse todos os membros de um júri para comunicar seu pseudonimo, e que todos, unanimemente, concordassem em votar nele sem ler o livro, para confirmar a tese do Carlos Emílio. Parece enredo de folhetim de Rocambole. É a teoria conspiratória em pleno vigor. E se com pseudônimo não adianta, nem sem ele, qual é a solução? Pular do edifício de ponta cabeça? Parar de escrever? Carta bomba? Revolução armada? Ficar se queixando nesse Café?
(postado por João Carlos Rodrigues<jcrodrig@terra.com.br> - em 23/12/2007)

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PEDIDO URGENTE

Caro Luis Dolnikoff, Será que você poderia me reenviar para o meu e-mail a matéria de hoje de O Globo sobre o escândalo do Concurso de Bolsas Literárias da Funarte?Ou alguém aqui do Café? Não estou conseguindo acessar.
(postado por Carlos Emílio Corrêa
Lima<carlosemiliobarretocorrealima@yahoo.com.br> - Fortaleza-Ceará em
23/12/2007)

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RESPOSTA

A solução ,só pra começar, é ter veegonha na cara.
(postado por Carlos Emílio Corrêa
Lima<carlosemiliobarretocorrealima@yahoo.com.br> - Fortaleza-Ceará em
23/12/2007)

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Carta Aberta a Frederico "Compadrio" Barbosa e Claudio "Minha moral
vale 30 mil" Daniel

Prezados senhores, a açao entre amigos eh tao tradicional no meio literario quanto na mafia. Mas nao se pode apostar tanto e por tanto tempo em que ninguem ligue, ainda que as açoes dos amigos literarios, ao contrario daquelas dos amigos mafiosos, nao costumem redundar em
sangue. Os senhores, desta vez, pesaram demais a mao. O dinheiro eh publico e notorio. Portanto, hah de fato cadaveres desta vez, como nas açoes da mafia: o de suas respectivas morais. Tratem ao menos, portanto, de enterra-las de uma vez, em nome da saude publica.
(postado por luis dolhnikoff<luisdkf@uol.com.br> - em 23/12/2007)
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OUTRO COMENTÁRIO

Tenho quase certeza que a instituição, a Funarte em si,seus funcionários, não tiveram qualquer participação direta na decisão dos membros da comissão julgadora. O pessoal confia ,baseado nos nomes, na ética de gente tão prestigiada,midiática, conhecida.Por isso que os convida, por sua relevãncia e aparente idoneidade. Seu erro foi a exigência do cumprimento pelo júri do prazo inconcebível de 3 dias para apreciação de 500 projetos literários.Exigência burocrática
inadmissível, errada.O prazo mínimo seria ,de fato, um mês de leitura.E aí houve espaçotempo para ser construido o resultado que se viu.Para começar, o júri não deveria ter concordado com o prazo fornecido.
(postado por Carlos Emílio Corrêa
Lima<carlosemiliobarretocorrealima@yahoo.com.br> - Fortaleza-Ceará em 23/12/2007)

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Desafio moral

No fato mais escandoloso do mais recente escandalo envolvendo, nao apenas carreiras literarias, mas o mau uso do dinheiro publico (o que eh uma questao politica mais do que relevante), o sr. Claudio Alexandre de Barros Teixeira, vulgo Claudio Daniel, acaba de receber uma bolsa literaria da Funarte em um concurso cujos participantes eram conhecidos do juri, sendo o juri integrado por seu notorio amigo, o agora sob suspeita Frederico Barbosa. Sem prejuizo de açoes penais
cabiveis, o sr. Clauio Daniel demonstraria alguma reserva moral caso recusasse, de publico e de pronto, tal bolsa questionavel. Obviamente nao o farah. Nao importam, portanto, os argumentos que busque, em publico ou em privado, para o justificar: aceitando tais recursos publicos, torna-se moralmente condenavel. Seu pseudonimo deve passar a ser, portanto, Claudio "Minha moral vale 30 mil" Daniel.
(postado por luis dolhnikoff<luisdkf@uol.com.br> - em 23/12/2007)

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Mensagem rápida

O verdadeiro nome desse Fausto Gatti pode ser Frederico Daniel. O que pensam vocês ?
(postado por Carlos Emílio Corrêa
Lima<carlosemiliobarretocorrealima@yahoo.com.br> - Fortaleza-Ceará em 24/12/2007)

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ENTIDADE-PASTELÃO DO SÉCULO XIX

Não há nenhuma referência a ninguém com o nome de Fausto Gatti no Google. Apresente-se,portanto, meu caro. Diga o que faz, quem é , formação,se escreve literatura, onde mora, telefone, identidade,etc.Para mim ,por enquanto você é fake, falsa pessoa.Se provar que existe , tudo bem, irei lhe pedir desculpas de muito bom grado.E não vale ter descolado o nome de um chegado para escrever através do e-mail dele não porque isso também é possivel, em se
tratando de quem eu penso que você realmente é, uma entidade-mix que só prospera nas sombras:um tal de Daniel Barbosa ou Frederico Daniel.
(postado por Carlos Emílio Corrêa
Lima<carlosemiliobarretocorrealima@yahoo.com.br> - Fortaleza-Ceará em 24/12/2007)

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Srmpre em desvantagem, até quando?

Do que aconteceu e do que vi neste 2007, na cultura, no meio literário, não tenho como desejar a ninguém o melhor, porque o mal já está feito, e se distende para além das datas e dos prazos e não é de hoje – pela força da pilantragem, má fé, cinismo, vaidade, caretice, megalomania, roubalheira etc. Não tenho como recortar um verso e dedicar a ninguém, logo a poesia que tão pouco tem e tão pouco recebe.

Dos governos, dos patrocinadores, dos editais, dos editores, dos leitores, dos livreiros. Estes últimos talvez sejam a maior praga, a impinge, a peste dos poetas. Só recebem livros de poesia sob consignação e se acontece de um mísero exemplar ser vendido, regateiam, se escondem, não pagam, na maior cara de pau. Circulados por essa croaca que não tem cura, um círculo vicioso que se multiplica e se alimenta do dinheiro público e da imoralidade de um ensino vergonhoso, que a ninguém ensina e que a ninguém torna melhor. Milhões para livros didáticos (vejam o caso Moderna) e nem um real pra construir bibliotecas. Para que livros se eles não chegam às escolas?

O que acontece para que isso se prolongue e se estenda e não mude? E ninguém seja responsabilizado. Livros, livros, livros nas escolas, a grande literatura volte a circular por lá, e poderemos comemorar depois.
(postado por ney ferraz paiva<neyferrazpaiva@gmail.com> - em 27/12/2007)

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Imprensa impagável

Vocês repararam que o acadêmico Alberto Costa e Silva, escolhido como Homem de Idéias 2007, pelo caderno Idéias, do Jornal do Brasil,vem a ser o pai de Álvaro Costa e Silva, o simpático "Marechal", como é conhecido, editor do caderno Idéias? Dispensa comentários.
(postado por Sérgio Sant'Anna<sergiosant@openlink.com.br> - em 31/12/2007)

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http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/

Bolsa Funarte - Resposta de Jason Tércio

Recebi uma mensagem do jornalista e escritor Jason Tércio, um dos contemplados com a bolsa Funarte de criação literária. Ele qualifica de "inverdade" a informação, publicada na matéria de domingo do Segundo Caderno, de que é conhecido de uma das juradas do prêmio, Sylvia Helena Cyntrão. E também põe em dúvida a participação dela num recital realizado em setembro de 2006, que tinha o nome de ambos no programa.

Ao entrevistar a Sylvia, mencionei que ela teria participado de um recital com Tércio. Perguntei qual a relação dela com ele e com outro dos premiados, o poeta Luiz Arthur Toríbio, que já deu aula num curso seu na UnB (e sobre cuja obra, fiquei sabendo depois, ela escreveu um ensaio que consta de um dos livros dele). A resposta da Sylva pode ser lida no post anterior.

Abaixo, a carta de Tércio.

Sou um dos escritores (quatro livros publicados) contemplados com a Bolsa de Criação Literária da Funarte, com o romance "Segredo de Estado", baseado no caso Rubens Paiva (desaparecido político), e fiquei surpreso com a matéria "Como 5 jurados leram 484 projetos em 3
dias" (23.12.07).

O repórter Miguel Conde insinua que a escolha de meu projeto foi motivada por minha ligação com uma das juradas, Sylvia Cyntrão. Diz literalmente que sou conhecido dela e que ela já participou de um recital comigo.

Nunca vi nem fui apresentado a Sylvia Cintrão, não tenho nem idéia de sua aparência física e tampouco sei qual é a cadeira que ela leciona. Como poeta dilentante, participei em Brasília de um recital de poesia em 2006 e, segundo o repórter, o nome dela constava do programa. Se
ela compareceu (muitas pessoas que estavam no cartaz-convite faltaram) eu não me lembro, sei que não falei com ela naquele dia nem nunca. Tampouco conheço pessoalmente qualquer um dos outros jurados.

Por isso, solicito a gentileza de retificar essa inverdade. Obrigado.

Jason Tércio

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Enviado por Miguel Conde - 23/12/2007- 0:01
Jurados da bolsa Funarte respondem a críticas

A bolsa Funarte de criação literária tem sido alvo de protestos em blogs e sites de literatura devido ao curtíssimo tempo de que os jurados dispuseram para avaliar os projetos inscritos. Foram três dias de trabalho, desde o fim das inscrições no dia 10 até a decisão no dia
12, para que os cinco integrantes do júri escolhessem os dez melhores projetos de livros entre os 484 enviados (a Funarte recebeu 495, mas 11 foram desclassificados por inadequação antes de serem repassados aos jurados). O Globo procurou os jurados para saber como havia sido o
trabalho de seleção. Numa resposta conjunta, os jurados - Christina Ramalho, Frederico Barbosa, Fabrício Carpinejar, Gabriel Arcanjo de Albuquerque e Sylvia Helena Cyntrão - garantem que todas candidaturas foram avaliadas, e que para tanto ficaram praticamente enclausurados num hotel. Eles comentam ainda a inclusão entre os premiados de um
ex-assessor do Ministério da Cultura (ao qual a Funarte é subordinada), Luiz Arthur Toríbio. A reportagem sobre a controvérsia sai na página 2 do Segundo Caderno de domingo.

Em mensagens separadas, reproduzidas abaixo da resposta coletiva, Sylvia Helena Cyntrão e Frederico Barbosa comentam o fato de conhecerem alguns dos premiados. Sylvia já participou de um recital com Jason Tércio, e convidou Luiz Arthur Toríbio a dar aula num de seus cursos na UnB. Barbosa organizou um livro com Claudio Alexandre de Barros Teixeira, poeta que assina seus textos como Claudio Daniel. Juntos, eles lançaram em 2002 uma antologia de poesia contemporânea entitulada "Na virada do século" (Landy).

Resposta dos jurados

Caro Miguel,

Em primeiro lugar, queremos elogiar seu procedimento ético de fazer o contato para nos dar a oportunidade de explicar como trabalhamos. Estamos lidando com verbas públicas e portanto fazemos questão de que tudo seja feito com muita transparência e completa lisura. Tivemos
realmente um acúmulo de trabalho enorme nos dias em que permanecemos praticamente trancados em um hotel do Rio de Janeiro trabalhando mais de 12 horas por dia para avaliar os 484 projetos que a FUNARTE recebeu na nossa área. O trabalho foi feito nos dias 10, 11 e 12, de forma bastante organizada, com participação incansável de todos. Dividimos as propostas por região e discutimos a seleção da seguinte forma: cada um dos cinco lia todas as propostas e selecionava as escolhidas.

Comparávamos as escolhas e definíamos como selecionadas do grupo as propostas escolhidas por no mínimo três de nós. É importante considerar que lemos "projetos" e não obras. Muitos, entre esses 484 projetos, eram descartados já pelo tratamento rudimentar da linguagem.

Outros revelavam evidente inadequação ao edital, solicitando, por exemplo, apoio a projetos de pesquisa. No primeiro dia, trabalhando das 8 às 21 horas, lemos duzentos e poucos trabalhos. A seleção voltou a acontecer no dia 11, obedecendo ao mesmo procedimento. No dia 12,
trabalhamos até a avaliação do último malote recebido, quando demos início à comparação dos selecionados por região, momento em que tivemos a grata satisfação de percebermos que, apesar de termos, às vezes, pensamentos discrepantes, a opção pelo voto decisivo gerado a
partir da maioria (3) e uma prática muito franca de diálogo fez com que chegássemos sempre a resoluções consensuais, o que nos demonstrou que realizamos um trabalho bastante coerente.

Quanto ao contemplado em questão, sequer foi mencionada a atuação passada de Toribio no MinC. Para nós, o que importou, em termos de currículo dos candidatos, foram seus vínculos com a cultura brasileira, sua contribuição como autor e a qualidade da obra já existente (quando houvesse, já que também há premiados pouco conhecidos). O Luis Turiba (como é mais conhecido o poeta) tem uma longa trajetória de ação cultural que antecede e supera em muito a sua efêmera passagem pelo Minc.

Estamos seguros de que o resultado a que chegamos neste concurso foi fruto de um trabalho sério, que envolveu um debate intenso e honesto. Todos saímos com a sensação do dever cumprido, e, embora o trabalho tenha sido extremamente árduo, não foi o cansaço a marca mais forte no momento da conclusão, mas a alegria de termos feito um exercício sério de leitura atenta e de capacidade de diálogo para efetuar escolhas unânimes apesar de todas as diferenças de opinião que nos caracterizam.

A FUNARTE foi integralmente imparcial durante todo o processo. Jamais houve alusão a qualquer nome, a qualquer "filosofia" que pudesse permear a concepção do prêmio. Não podemos deixar que as críticas destrutivas (que sempre ocorrerão) venham diminuir o impacto positivo que certamente a bolsa da FUNARTE terá para a cultura brasileira.

Basta se contemplar a relação de ganhadores para se verificar como, no final do processo, houve espaço tanto para homens quanto para mulheres, para a prosa e para a poesia, para os já célebres e os ainda desconhecidos.

Agradecemos ao jornal "O Globo" pela oportunidade de expor nosso método de trabalho e reafirmar nosso compromisso de profissionais atuantes na cultura e na universidade que procuraram, com nossa participação neste júri, dar uma modesta contribuição para o
incremento da produção literária brasileira.

Christina Ramalho, Frederico Barbosa, Fabrício Carpinejar, Gabriel Arcanjo de Albuquerque e Sylvia Helena Cyntrão

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Resposta de Sylvia Cyntrão:

Não sabia que Luís Turiba estava concorrendo, mas, mesmo que soubesse, não me sentiria absolutamente impedida. Como pesquisadora e professora da UnB já tive muitos poetas convidados falando com meus alunos, pois promovo a interação dos artistas estudados com a teoria da literatura.

Em Brasília estou presente a todos os recitais e eventos ligados a literatura sempre que possível,pois é meu trabalho. Tenho boas relações com inúmeros artistas, não somente com os poetas,e um currículo que, imodestamente, atesta uma trajetória responsável e consciente. Fique à vontade, pois é público, para consultar meu currículo Lattes.

Assim sendo, repudio qualquer dúvida que se levante sobre minha participação na referida comissão e minha honestidade intelectual e profissional.

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Resposta de Frederico Barbosa

O Claudio Daniel tem um currículo invejável e é um dos maiores divulgadores e estimuladores da poesia de qualidade no Brasil hoje.
Ele tem promovido o intercâmbio poético entre inúmeros poetas de todas as regiões do país, de Portugal, dos países africanos de expressão portuguesa e da américa-latina.

Já que eu também tenho trabalhado muito para a divulgação da poesia nos últimos 20 anos, não seria de estranhar que nossos trabalhos se cruzassem sempre. Em 2002 publicamos um antologia da poesia contemporânea brasileira que envolve 46 poetas de hoje. Antes de fazer
este trabalho sequer nos conhecíamos. Portanto, foi a luta pela divulgação da poesia que nos aproximou, assim como de muitos dos poetas que estavam concorrendo à bolsa.

Na minha posição, posso dizer que dificilmente há poetas significativos nesse país hoje que eu não conheça. Assim, seria difícil os escolhidos não terem algum tipo de relação comigo ou também com o Fabrício Carpinejar, pois estamos batalhando muito pela poesia e
acabamos conhecendo quase todo mundo que milita nesta "estreita praia da poesia", como diz o meu (também) amigo Ulisses Tavares.

O projeto do Claudio Daniel é excelente (desconheço quem possa argumentar com segurança contra a obra rigorosa desse poeta) e seu currículo é praticamente insuperável no Brasil de hoje. Concluindo, poderia afirmar que as virtudes de Claudio Daniel são amplamente conhecidas no país e que o fato de termos organizado uma antologia em conjunto não o poderia desqualificar, mesmo porque também fiz trabalhos com vários outros escritores que estavam concorrendo à bolsa e não foram contemplados.

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OUTRO COMENTÁRIO

Tenho quase certeza que a instituição, a Funarte em si,seus funcionários, não tiveram qualquer participação direta na decisão dos membros da comissão julgadora. O pessoal confia ,baseado nos nomes, na ética de gente tão prestigiada,midiática, conhecida.Por isso que os convida, por sua relevãncia e aparente idoneidade. Seu erro foi a exigência do cumprimento pelo júri do prazo inconcebível de 3 dias para apreciação de 500 projetos literários.Exigência burocrática inadmissível, errada.O prazo mínimo seria ,de fato, um mês de leitura.E aí houve espaçotempo para ser construido o resultado que se viu.Para começar, o júri não deveria ter concordado com o prazo fornecido.
(postado por Carlos Emílio Corrêa Lima - Fortaleza-Ceará em 23/12/2007)

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Desafio moral
No fato mais escandoloso do mais recente escandalo envolvendo, nao apenas carreiras literarias, mas o mau uso do dinheiro publico (o que eh uma questao politica mais do que relevante), o sr. Claudio Alexandre de Barros Teixeira, vulgo Claudio Daniel, acaba de receber uma bolsa literaria da Funarte em um concurso cujos participantes eram conhecidos do juri, sendo o juri integrado por seu notorio amigo, o agora sob suspeita Frederico Barbosa. Sem prejuizo de açoes penais
cabiveis, o sr. Clauio Daniel demonstraria alguma reserva moral caso recusasse, de publico e de pronto, tal bolsa questionavel. Obviamente nao o farah. Nao importam, portanto, os argumentos que busque, em publico ou em privado, para o justificar: aceitando tais recursos publicos, torna-se moralmente condenavel. Seu pseudonimo deve passar a ser, portanto, Claudio "Minha moral vale 30 mil" Daniel.
(postado por luis dolhnikoff - em 23/12/2007)

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ASSIM NÃO DÁ!
Secretário de Imprensa na primeira gestão do atual ministro da Cultura,Gilberto Gil não é pouca coisa.Não se trata apenas de um simples ex-funcionário. No caso,é um cargo de confiança,de muito peso e influência.Basta ver que Luiz Arthur Turiba foi o único escritor ou poeta de Brasília selecionado pela comissão das bolsas lit.da Funarte.Só havia duas vagas ridículas para toda a região Centro Oeste.

Repito, não desmereço de forma alguma o valor da obra literária e cultural de Turiba.Acho-a notável.Penso apenas que não fica bem do ponto de vista ético essa escolha logo no primeiro concurso da Funarte.Deve haver muita gente notável da região que mandou projetos
de escrita e que não foi escolhida exatamente por não ter exercido cargo de tamanha influência no MINC.
(postado por Carlos Emílio Corrêa Lima - Fortaleza-Ceará em 23/12/2007)

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Jurado condenado 4
Nao obstante o caso particular de Frederico Barbosa, envolvido com o escandalo de ter participado de um juri (bolsas Funarte) que premiou com dinheiro publico um notorio amigo seu, Claudio Daniel, a questao, infelizmente, nao se restringe absolutamente aa pessoa de Barbosa, como fica explicito pela materia-denuncia de hoje em "O Globo" ("Como 5 jurados leram 484 projetos em 3 dias").
(postado por luis dolhnikoff - em 23/12/2007)
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Jurado condenado 3
Em nome da clareza: a condenaçao moral (no sentido da etica) nao eh como a condenaçao legal. Uma das diferenças eh que a mera suspeiçao quanto aa lisura etica de um procedimento eh, em si, uma forma de condenaçao. Por este motivo existem mecanismos para colocar certos procedimentos acima de qualquer suspeita, o que absolutamente nao foi feito, muito ao contrario, no caso das bolsas Funarte de literatura. Por esse mesmo motivo se dah a efetiva condenaçao moral de um jurado como Frederico Barbosa, ademais tornado indefensavel por sua propria tentativa inepta de defesa, que, neste caso, serve outrossim como prova.
(postado por luis dolhnikoff - em 23/12/2007)
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Lógica da moral ou Chamem o caricaturista

Como funciona esse mecanismo democrático de participação artística?
Todos podem participar, todos podem se inscrever a um preço irrisório, todos serão "verificados" em 3,5 segundos, mas, caso vocês NÃO sejamdogrupodeamigos + tenhamcurrículossignificativos +
tenhamparticipadodoseventosadequados, e nem demonstrem vocação para tal, saibam, VOCÊS ESTÃO FORA DA JOGADA! Além disso, caso vocês insistam e reclamem, eles vão envergonhar vocês, vão humilhar vocês, vão jogar vocês na vala dos autores da 2a. ORDEM, ou seja, vão fazer
de tudo para vocês ficarem caladinhos. Acho que essa lógica não pode, nem deve, colar mais.
(postado por eliana pougy - são paulo em 23/12/2007)
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Jurado condenado 2

Fui um dos concerrentes aas bolsas Funarte de literatura. Ao contrario do que alguns argumentos miopes propoem nessas ocasioes, isto, tanto em termos morais quanto legais, me dah nao apenas o direito, como o respaldo do interesse justificado e justificavel, para questionar tudo o que for questionavel em tal concurso. O que, neste caso, nao eh
pouco.
(postado por luis dolhnikoff - em 23/12/2007)
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Jurado condenado (moralmente)
Minhas diferenças literarias com Frederico Barbosa sao publicas (friso o "literarias", pois nao o conheço pessoalmente, apesar dos amigos em comum). Mas fatos sao fatos. E um dos muitos fatos incontornaveis do recente escandalo das bolsas Funarte de literatura eh que a seleçao
nao adotou o uso de pseudonimos para os concorrentes. Do lado da organizaçao, denota incuria ou ma-feh, e nenhuma das alternativas eh boa. Do lado dos jurados, a justificativa de Barbosa apenas piora o quadro: "Seria dificil os escolhidos nao terem algum tipo de relaçao
comigo". Barbosa tenta se defender assim da acusaçao de favorecimento a seu amigo Claudio Daniel ("Como 5 jurados leram 484 projetos em 3 dias", "O Globo", 23/12). Neste caso, a isençao pessoal eh objetivamente impossivel. E se o eh, a boa moral impoe a abstençao.

Nao se pode julgar a favor de um amigo e pretender isençao, principalmente quando se trata de o beneficiar com dinheiro publico. O resto eh tergiversaçao.
(postado por luis dolhnikoff - em 23/12/2007)

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Essa premiação vai na mesma linha do "reconhecimento" que teve o padre Júlio Lancelotti por esses dias.

Aproveitando a deixa, Luciano… dê uma olhada no www.hpm.net. Quem sabe você se interessa pelo meu livro e faz o download dele. Já foram feitos uns 3.000 downloads. Acho que, publicado, teria mais leitores.
por Brando, em 15 de Dezembro de 2007 as 8:50 pm
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Dá vergonha desse país. Dá vergonha.

Esta é a moral dos petitas. 14 mil na cara de todo o mundo. Pior, o alinhamento político nas embaixadas como "nunca antes nestepaiz".

Mirian, você pode fazer muito. Você tem o título de eleitor para tirar esta gente do poder já em 2008. Não desista. Desistir é tudo o que eles querem que você faça. Não desista.

por Rainor, em 15 de Dezembro de 2007 as 9:23 pm
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Literatura brasileira???

Concurso patrocinado por verbas públicas???

Gente, aqui é o Brasil, onde a mediocridade impera e o apadrinhamento é regra.

por Wendel Alves, em 16 de Dezembro de 2007 as 4:36 am
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total cara de pau! É de indignar qualquer um.

por rodrigo medeiros, em 16 de Dezembro de 2007 as 5:31 am
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Se este governo corruPTo pode dar 100.000.000 pro peru,pode bancar premiacoes para PTISTAS incompetentes . e porque nao deve estar se importando mesmo com a grana da cpmf

por florecita, em 16 de Dezembro de 2007 as 12:23 pm

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O que vemos aqui? Talvez uma evidência para uma daquelas hipóteses do teu post de 11/12 ("Arte é o que se chama de arte?"). Refiro-me à terceira daquelas hipóteses: importa muito mais se inserir numa rede de relações, ponto. Ponto porque não se trata apenas do círculo de marchands, curadores e galeristas. Acrescente-se políticos no caso retratado na tua postagem de hoje. Mas pode haver mais alguma coisa a pesquisar. Fazer sucesso junto à crítica também não depende de se inserir numa rede de relações sociais específica? Como já nos revelou Thomas Kuhn no seu livro "A Estrutura da Revoluções Científicas", até mesmo no maior refúgio contemporâneo da objetividade, a ciência positiva, os padrões da prática profissional são dependentes de interações inter-pessoais sujeitas ao processo social, político e cultural. Some-se o espírito pós-moderno do vale-tudo e chegamos a toda essa situação denunciada em teus últimos textos: um diálogo de surdos, no qual alguns poucos ganham vantagens graças à sua posição privilegiada numa determinada rede social.

por Anderson de Souza, em 17 de Dezembro de 2007 as 2:06 pm
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Olha este "jabás" em que se distribuem mimos para amigos e protegidos
de governos, estados e prefeituras acontecem desde que comecei a
digerir arte, principalmente literatura e música. As leis de incentivo
nem vou comentar.

por Leonardo Coelho, em 17 de Dezembro de 2007 as 6:43 pm
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É, de fato, tudo muito triste. Estou tentando dar meus primeiros passos como escritor e já estou vendo que é muito difícil viver disso.

Eu diria impossível. Ainda mais num país que não lê e cujo povo leva a corrupção do berço. É uma lástima. A saída para isso tem duas asas, turbinas e lanche no meio do caminho rumo à Europa, etc.

Parabéns pelos textos, muito bons.
Abç

por Alexandre Alves, Curitiba, em 17 de Dezembro de 2007 as 7:36 pm
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Boa Noite

Mais uma vez são os QIs, (Quem indicada), isso é um dos motivos que a
grande maioria não se inscreve nestes concursos do governo (publicos),
eu acredito que a insatisfação é enorme em saber que uma pessoa foi
indicada e fulano y que pertence a uma banca julgadora indica e premia
essa pessoa x. Bom é lamentável. Que Brasil é esse?

por Paulinho Assunção, em 18 de Dezembro de 2007 as 8:55 am

Parabéns pelo blogue, Luciano.

por Christina Castilho, em 18 de Dezembro de 2007 as 12:57 pm
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E pensar que eu acreditei…
Pois é, Luciano, pode parecer indignação de perdedora, mas não consigo
engolir essa vergonha da Bolsa Funarte. Acho que eles poderiam ao menos despistar um pouco e demorar um pouco mais com os resultados, ne?! 495 projetos avaliados em 3 dias??? Deve ser brincadeira… Só o meu tinha 50 páginas, incluindo trechos da obra já produzidos. Me diga, quem leu?

Enfim, deixando a dor de cotovelo de lado, precisamos perguntar: quem vai fazer alguma coisa pra isso não se repetir? Eu? Vão dizer que é revolta de quem não sabe perder…

Enquanto isso, ganham as bolsas os amigos da garotada.
E outros, como eu, que se dedicam de verdade à literatura ficam a ver navios… Bem, não posso negar, pelo menos dá uma baita inspiração para escrever mais… textos de horror…

http://colunas.g1.com.br/maquinadeescrever/2007/12/15/resultados-desanimadores/

Luciano Trigo é escritor, jornalista, tradutor e editor de livros. E pai da Valentina. Autor de "O viajante imóvel", sobre Machado de Assis, "Engenho e memória", sobre José Lins do Rego, e meia dúzia de outros livros, entre eles infantis. Foi editor dos suplementos "Idéias", no Jornal do Brasil, e "Prosa & Verso", no Globo, e colaborador de diversos jornais. Editou também as revistas "Leia Livros" e "Poesia Sempre". Foi editor da Nova Fronteira e atualmente é editor da Odisséia Editorial.
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Blog Tudo para Todos

E a FUNARTE apronta mais uma...

Leram sobre a tal Bolsa Funarte de Estímulo à Criação Literária? Leram a matéria do Miguel (O Globo, Blog Prosa Online) e em vários outros sites? Leram a resposta de um dos jurados a ele?

O incrível em tudo esse rolo é que ainda existam pessoas sérias que acreditam nos concursos dessa dita fundação.

Pra quem não está sabendo ou não leu nada sobre o assunto, vou dar um apanhado geral.

A FUNARTE lançou esse tal Bolsa Literária com prêmio em dinheiro (300 mil). As exigências para a participação, por si só, já mostravam a qualquer um com um pouco mais de maldade, que havia um cheiro de armação. É aquele velho recurso de usar provas psicotécnicas em concursos públicos para terem alguma desculpa para chutar alguns candidatos e aprovarem sobrinhos, afilhados, titios, amiguinhos e a cachorrada toda. Para o Bolsa Literária, as tais das exigências parece que substituíram a prova psicotécnica.

Pasmem! Vejam como nosso Brasil funciona: 5 jurados em apenas dois dias analisaram com toda seriedade 484 concorrentes. Isso dá 96,8 projetos para cada jurado. Mas não foi bem assim, pois segundo uma das juradas, todos os jurados leram todos os projetos. Um projeto tem entre 5 a 40 páginas. 19360 páginas para serem lidas em dois dias.

"Caro Miguel,
Em primeiro lugar, o elogio à ética de fazer o contato. Tivemos realmente um acúmulo de trabalho enorme nos dias em que permanecemos praticamente trancados em um hotel do Rio de Janeiro trabalhando mais de 12 horas por dia para avaliar os 484 projetos que a FUNARTE recebeu na nossa área. O trabalho foi feito nos dias 10, 11 e 12, de forma bastante organizada, com participação incansável de todos. Dividimos as propostas por região (ué, e não eram 484 projetos apenas na nossa área?) e discutimos a seleção da seguinte forma: cada um dos cinco lia todas as propostas e selecionava as escolhidas. Comparávamos as escolhas e definíamos como selecionadas do grupo as propostas escolhidas por no mínimo três de nós. É importante considerar que lemos "projetos" e não obras. (no tal edital pediram um monte de coisas, não apenas o projeto... tá explicado, só queriam fazer os concorrentes de otários.) Muitos, entre esses 484 projetos, eram descartados já pelo tratamento rudimentar da linguagem. Outros revelavam evidente inadequação ao edital, solicitando, por exemplo, apoio a projetos de pesquisa. No primeiro dia, trabalhando das 8 às 21 horas, lemos duzentos e poucos trabalhos. A seleção voltou acontecer no dia 11, obedecendo ao mesmo procedimento (teriam sido outros duzentos e poucos projetos?). No dia 12, trabalhamos até a avaliação do último malote recebido, quando demos início à comparação dos selecionados por região (e a tal da "nossa área"?), momento em que tivemos a grata satisfação de percebermos que, apesar de termos, às vezes, pensamentos discrepantes, a opção pelo voto decisivo gerado a partir da maioria (3) e uma prática muito franca de diálogo fez com que realizássemos um trabalho bastante coerente.

Quanto ao contemplado em questão, sequer foi mencionada a atuação passada de Toribio no MinC. Para nós, o que importou, em termos de currículo dos candidatos, foram seus vínculos com a cultura brasileira (ex-ministro da cultura te diz alguma coisa, benzinho?)sua contribuição como autor e a qualidade da obra já existente (quando houvesse, já que também há premiados pouco conhecidos). O Luis Turiba (como é mais conhecido o poeta) tem uma longa trajetória de ação cultural que antecede e supera em muito a sua efêmera passagem pelo Minc.

Estamos seguros de que o resultado a que chegamos neste concurso foi fruto de um trabalho sério, que envolveu um debate intenso e honesto. Todos saímos com a sensação do dever cumprido, e, embora o trabalho tenha sido extremamente árduo, não foi o cansaço a marca mais forte no momento da conclusão, mas a alegria de termos feito um "senhor" exercício de leitura atenta e de capacidade de diálogo para efetuar escolhas unânimes apesar de todas as diferenças de opinião que nos caracterizam.

A FUNARTE foi integralmente imparcial durante todo o processo. Jamais houve alusão a qualquer nome, a qualquer "filosofia" que pudesse permear a concepção do prêmio. Não podemos deixar que as críticas destrutivas (que sempre ocorrerão) venham diminuir o impacto positivo que certamente a bolsa da FUNARTE terá para a cultura brasileira. Basta se contemplar a relação de ganhadores para se verificar como, no final do processo, houve espaço tanto para homens quanto para mulheres, para a prosa e para a poesia, para os conhecidos e os ainda novatos.

Agradecemos ao jornal "O Globo" pela oportunidade de expor nosso método de trabalho e reafirmar nosso compromisso de profissionais atuantes na cultura e nas universidades que procuraram, com nossa participação neste júri, dar uma modesta contribuição para o incremento da produção literária brasileira."

A FUNARTE conseguiu este ano inserir a literatura em seus prêmios. Temo que todo esse alarde só sirva para uma coisa: não conseguir que ele se mantenha. É necessário reformular parâmetros? Talvez. Para vocês terem uma idéia, a dramaturgia recebeu 160 projetos. Agora, a FUNARTE já tem um parâmetro para a literatura. Provalvemente ampliará prazos, redefinirá ações, evitará a exigência dos comprovantes (não sei. Mas mandamos sugestões)... mas foi o primeiro. Houve uma procura muito grande. embora a discrepância por região fosse grande. Enfim, tivemos que lidar com uma nova realidade. Todavia, nós, da comissão, somos profissionais atuantes, temos a prática da leitura, há anos enfrentamos fases de intensa correção de avaliações, de projetos, etc. Há, também, outro detalhe: a região sudeste reuniu mais de 50% das inscrições. A competição foi difícilima! Claro que sempre haverá os que se sentem injustiçados, mas, certamente, quando conhecerem as obras resultantes dos projetos vencedores entenderão que se tratam de obras muito boas. Já recebi e-mails de alguns escritores que conheço e que participaram do concurso. Os que me conhecem, certamente confiaram no que eu disse. Espero que o mesmo se dê com vocês."

Em Cronocópios:
"A discussão não é bizantina
Trata-se do uso do dinheiro público. O julgamento dos projetos literários à Bolsa Funarte se fez em 24 horas, pois o seu resultado foi encaminhado a 48 horas do fim do prazo. Na melhor das hipóteses. É uma questão aritmética: o DOU não recebe textos à noite da véspera da edição. E o resultado das Bolsas Literárias estava publicado em 13.12.2007."

- http://www.funarte.gov.br/novafunarte/funarte/noticia.csp?NoticiaId=417
- http://www.oglobo.com.br/blogs/prosa/
- http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/post.asp?cod_post=84916

Outra hora posto aqui a lista dos ganhadores. Agora só quero é dormir. ZZZzzzzzz

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Revista Veja, Reinaldo Azevedo

Acreditem: Biblioteca Nacional dá prêmio a livro que conta a vida de Genoino, um dos chefes do mensalão

Por mais que os tocadores de tuba, os anões e os jornalistas dualéticos queiram que a política seja uma pocilga a revelar a condição de porco de qualquer homem, o petismo tem traços muito particulares. Mais ou menos oportunista, de fato, todo político é. Transitar em zonas cinzentas de legalidade, ora mais, ora menos, todo mundo transita. A política é coisa dos homens. Não será mesmo perfeita — e todas as tentativas de torná-la dotada de transparência absoluta resultaram em ditadura. Sim, o mundo é imperfeito. Cumpre que a gente vá aprimorando as instituições, selecionado os bons, num ambiente de liberdade. E, é claro, punindo os que transgridem as regras. Mas o petismo, insisto, tem traços particulares — para a história do Brasil ao menos. Eles remetem aos piores vícios dos partidos totalitários.

Essa gente frauda a história. Não se trata apenas daquela amoralidade ou pragmatismo que sempre convive com as regras. Nada disso. Os caras corrompem o princípio. Eles gostam de tirar a sujeira que está debaixo do tapete e, com ela, enfeitar a sala de visitas. Eles se orgulham de seus vícios. Por que isso tudo?

O Diário Oficial da União de ontem publica o resultado dos prêmios literários da Biblioteca Nacional e da bolsa de incentivo à criação literária da Funarte.

No caso da Biblioteca Nacional, copio o que está lá:

2.Prêmio Sérgio Buarque de Holanda
Categoria: Ensaio Social
Comissão Julgadora:
Bárbara Freitag
sabel Lustosa
Maria Angélica Madeira
Vencedora: Maria Francisca Pinheiro Coelho, com a obra José Genoino - escolhas políticas, publicada pela Editora Centauro.

Sim, vocês entenderam direito. O livro que canta as glórias de um dos chefes do mensalão, um dos 40 indiciados pelo STF, irmão do patrão do cuecão de ouro, foi premiado pela Biblioteca Nacional. Mas esperem. Não é tudo. No caso da Funarte, entre os contemplados com uma bolsa de R$ 30 mil, está:

meiaoito - 68 motivos de 68, de Luiz Arthur Toríbio (nº de inscrição 237), de Brasília/DF (nota 205)

O que isso tem de especial? Duas coisas:
- Luiz Arthur Toríbio foi chefe da Assessoria de Comunicação Social (DAS 101.4) do Ministério da Cultura, a que está subordinada a Funarte, até 24 de abril do ano passado.
- A Funarte é de uma rapidez impressionante: as inscrições para bolsa terminaram no dia 10 de dezembro. No dia 12, já se tinha o resultado (para ver o Diário Oficial, clique aqui).

Assim se vão construindo as fraudes históricas. Desmoralizado, enxovalhado pelos fatos, flagrado numa articulação pensada para corromper a democracia, processado pelo STF, José Genoino contrata uma jornalista para lhe dedicar os encômios que se dispensam a um guerreiro. O livro foi, como sabem, solenemente ignorado pelos leitores e pela crítica. Inconformada, a Biblioteca Nacional, que pertence ao estado brasileiro, não ao governo, confere a láurea ao herói. No caso de Toríbio, temos mais uma daquelas coincidências que só acontecem no PT.
Por Reinaldo Azevedo

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Mais alguém?